Home FilmesCríticasCatálogos Crítica | Mulan (1998)

Crítica | Mulan (1998)

por Ritter Fan
817 views (a partir de agosto de 2020)

Mulan foi o resultado da vontade da Disney de utilizar sua então recente divisão de animação da Flórida, que havia sido criada no final dos anos 80 para focar em curtas, mas que acabou trabalhando subsidiariamente em grandes lançamentos como A Bela e a Fera, Aladdin e O Rei Leão, com o crescente interesse da produtora com a cultura oriental, resultando na aquisição dos direitos de diversas obras do autor infantil Robert D. San Souci e a produção de um curta que seria chamado China Doll. Quando Souci foi realmente trazido à bordo, o projeto do curta literalmente transformou-se na versão em longa-metragem da lenda de Hua Mulan, guerreira chinesa que, disfarçando-se de homem para lutar contra invasores no lugar de seu pai, enganou seus compatriotas por 12 anos, mostrando seu enorme valor no processo.

A versão Disney da lenda encurta radicalmente a história original de anos para provavelmente alguns meses e coloca Mulan (vozes originais de Ming-Na Wen nos diálogos e de Lea Salonga nas canções)  – disfarçada como Ping – no destacamento comandado pelo valoroso Capitão Li Shang (BD Wong nos diálogos e Donny Osmond nas canções), filho do General Li (James Shigeta), que acaba sendo a última linha de defesa contra a invasão dos hunos (esqueçam quaisquer resquícios de aspectos históricos), comandados pelo impiedoso Shan Yu (Miguel Ferrer). Ao seu lado, Mulan tem a lagarti…, digo dragãozinho falastrão Mushu (Eddie Murphy reproduzindo a fórmula testada em Aladdin de um comediante de renome como uma criatura mágica), um simpático grilo da sorte chamado Gri-Li e seu imponente cavalo Khan (ambos com a “voz” de Frank Welker).

Mulan é a segunda protagonista feminina não europeia da produtora em longas animados e o filme, bebendo um pouco da escola Hércules de lidar com as peculiaridades culturais, consegue convencer como um produto digno e respeitoso do material fonte, ainda que tenham havido comentários especialmente dos chineses sobre as liberdades tomadas, algo natural em adaptações, mas que a Disney não soube equacionar, por exemplo, em Pocahontas. Mesmo que, hoje em dia, muita gente que segue à risca a cartilha do politicamente correto ficaria escandalizada vendo um afro-descendente vivendo um dragão chinês e atores americanos de ascendência japonesa (Pat Morita e George Takei) vivendo importantes personagens chineses, um deles o próprio Imperador, a grande verdade é que o resultado final é uma obra épica sobre honra, igualdade e orgulho que tem apelo universal e, arrisco dizer, não seria o que é sem as referidas vozes do jeitinho que são.

No entanto, mesmo construindo uma protagonista forte, decidida e de valentia ímpar, é fácil sentir, de certa forma, a origem do longa como um curta-metragem, em um dos poucos exemplos da Sétima Arte que teria se beneficiado de mais tempo de projeção no lugar dos econômicos 88 minutos. É comum dizermos que, quando um filme é bom, ele passa rápido, mas, aqui, isso chega a ser frustrante. A construção inicial de Mulan como uma jovem independente que se recusa à moldar-se às convenções da sociedade é meteórica e simbolizada unicamente pela sua preparação forçada por uma casamenteira. A partir desse ponto, que claro, acaba em desapontamento para a família, a personagem, literalmente da noite para o dia, alista-se no exército como homem para salvar o pai já velho e com problemas de locomoção. O momento da transformação é emocionante, com a trilha sonora de Jerry Goldsmith (contratado depois que a escolha primária, Rachel Portman, saiu do projeto depois de engravidar) enquadrando-a perfeitamente, mas, novamente, é um momento quase “piscou-perdeu”, com toda a trama que coloca Mushu, dragão protetor da família que desgraçou-se no passado, ganhando muito mais tempo de projeção, em uma linha narrativa que reflete a de Mulan, já que ele “se disfarça” de dragãozão.

Desse ponto em diante, o roteiro vale-se de elipses e de “montagem de treinamento” para avançar a narrativa a toque de caixa, tudo para culminar na assombrosa chegada dos hunos na famosa cavalgada pela montanha nevada, em um plano geral absolutamente arrebatador que, anos depois, ganharia eco live-action em As Duas Torres, na sequência da triunfal chegada de Gandalf a Helm’s Deep. No terceiro ato, já na Cidade Proibida, em Pequim, o frenesi continua, mas, curiosamente, é a sequência de ação que o roteiro feito a quase 30 mãos (sim, são 29 pessoas creditadas como escritores, de uma maneira ou de outra, ainda que, abaixo, na ficha técnica, por economia, eu só tenha listado os cinco que foram creditados especificamente como roteiristas) mais investe tempo. Não que a ação ali não seja muito boa, pois sem dúvida é, mas aquela qualidade de uma narrativa diferente da comum que o filme vinha carregando esvai-se diante das peripécias um tanto genéricas de Mulan para derrotar Shan Yu que, aliás, é um daqueles vilões que “representam vilões”, mas que pouco chamam a atenção para além disso.

No meio dessa velocidade toda, há, curiosamente, pouco espaço para as canções, que são apenas cinco e que ficam adstritas ao primeiro ato, basicamente. Compostas por Matthew Wilder e David Zippel, com Reflection ganhando maior destaque por ter sido o veículo de entrada nos EUA de Christina Aguilera (a versão brasileira ficou ao encargo da entidade Sandy & Junior). São canções que a produção sub-utiliza e que o marketing jamais deu a atenção devida, já que a Disney estava ressabiada com as bilheterias desapontadoras de O Corcunda de Notre Dame e Hércules e limitou seus gastos nesse lado. Isso contribuiu para que as canções de Mulan deixassem de ganhar o imaginário popular da maneira que talvez merecessem, destino que, de certa forma, acometeu o próprio filme.

Mas o “esquecimento” de Mulan é indevido e injusto. Apesar de seus problemas, a película é muito competente e conta uma história fascinante, com um trabalho de animação que propositalmente foge do detalhismo visto em O Rei Leão, por exemplo, e abraça a simplicidade e elegância das pinturas chinesas com aquarela, algo particularmente evidente no terço inicial na residência da família de Mulan. E, claro, em sua história, há as inevitavelmente incômodas (para os homens, claro) cutucadas no “ser homem” que, se podem ser acusadas de dar um tratamento estereotipado à masculinidade, certamente acertam muito mais do que erram, se é que erram. Ao transformar em diversão um assunto sério, , mas sem didatismo, sem pregação, Mulan acaba tornando-se uma obra muito mais instrutiva do que muitas tentativas recentes de se dar “lição de moral” na base do “deixe-me explicar aqui em detalhes exatamente porque o machismo é ruim e porque a igualdade de gênero simplesmente precisa ser a norma”.

Mulan é o penúltimo filme do chamado Renascimento Disney, que acabaria com Tarzan no ano seguinte, mas, curiosamente, talvez com exceção de Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus, é um dos que menos marcaram esse momento de volta à forma da produtora. Mas o processo que transformou um “mero” curta-metragem sobre outro assunto em uma adaptação de respeito de uma das mais incríveis lendas orientais simplesmente precisa ser lembrado como uma das mais diferentes e genuínas obras da Casa do Camundongo.

Mulan (Idem, EUA – 1998)
Direção: Tony Bancroft, Barry Cook
Roteiro: Rita Hsiao, Chris Sanders, Philip LaZebnik, Raymond Singer, Eugenia Bostwick-Singer (baseado em história de Robert D. San Souci, por sua vez baseada em folclore/poema chinês)
Elenco (vozes originais): Ming-Na Wen, Lea Salonga, Eddie Murphy, BD Wong, Donny Osmond, Miguel Ferrer, June Foray, Marni Nixon, Harvey Fierstein, Gedde Watanabe, Matthew Wilder, Jerry Tondo, James Hong, Soon-Tek Oh, Pat Morita, George Takei, Miriam Margolyes, Freda Foh Shen, James Shigeta, Frank Welker, Chris Sanders, Mary Kay Bergman
Duração: 88 min.

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33 comentários

Diogo Maia 21 de dezembro de 2020 - 15:40

Uma das animações mais esteticamente lindas da história da Disney. A sequência da batalha na neve é arrebatadora. A trilha sonora, a cargo do lendário Jerry Goldsmith, dá o tom na medida certa, compensando o fraco repertório das canções. Salvo o tema entoado por Stevie Wonder, nenhuma música ganha destaque e sobrevive na memória do espectador por muito tempo. Outro problema do filme é a rapidez em como as coisas acontecem, sobretudo o treinamento, que, aparentemente, demorou alguns dias, já que o exército dos hunos nem havia chegado ao seu destino quando Mulan e cia terminaram de se preparar para o conflito, mas, mesmo assim, nossos heróis conseguiram aprender a arte da guerra como ninguém, como num passe de mágica. Apesar desses pequenos deslizes, o filme ganha força com o passar dos anos por conta da história universal. É reconfortante ver como o estúdio mudou sua construção das mulheres com o passar dos anos. A companhia havia feito um desserviço ao sexo feminino com bombas como Cinderela e Bela Adormecida, mas aqui a protagonista ganha força e demonstra que uma menina tem força suficiente para superar a desigualdade de gênero histórica e cultural de um povo para salvar sua família e seu país, uma mensagem imortal. Nota 9/10.

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Flavio Batista 1 de março de 2019 - 09:45

Nunca entendi o aue em cima de Frozen, qdo ja tinham tido a Mulan quebrando tudo.
Adoro o filme e lembro ate hj da cançao “Homem ser”, uma das mais bonitas da Disney.

Responder
planocritico 4 de março de 2019 - 00:59

Pois é… Frozen não lambe as botas de Mulan e foi recebido como uma grande novidade…

Abs,
Ritter.

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planocritico 27 de setembro de 2018 - 14:47

Não sei se o live-action será musical. A única coisa que sei é que não terá o Mushu, o que desde já é um sacrilégio! HAAHHAAHAHAHHHA

Abs,
Ritter.

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Flavio Batista 4 de março de 2019 - 19:29

Tão falando de Kevin Hart pra fazê-lo na versão live action

Responder
planocritico 4 de março de 2019 - 21:42

Mas então terá o Mushu?

Abs,
Ritter.

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Flavio Batista 4 de março de 2019 - 22:10

Tão falando q ele tá negociando mas ninguém confirma se terá ou não…
Pelo menos ele tá cotado até acharem twitter dele falando de orientais ou dragões

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planocritico 9 de março de 2019 - 19:29

Exato… Hoje em dia é tudo assim…

Abs,
Ritter.

Herbie: The Love Bug 26 de setembro de 2018 - 18:37

Ótima crítica. Somente pelo seu texto que fiquei sabendo sobre os resultados de bilheteria de O Corcunda de Notre Dame e Hércules. Por mais estranho que pareça, isso também aconteceu com clássicos mais antigos do estúdio na era Walt: A Bela Adormecida, Alice no País das Maravilhas, Pinóquio, Fantasia e Bambi são os que eu me recordo.
Eu não me lembro de absolutamente nenhuma música de Mulan. O live-action vai ser um musical, né? Sinceramente, pra mim se tiver ou não tanto faz.

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planocritico 2 de setembro de 2018 - 14:06

@ianluz:disqus , depende. Eu vi esse filme quando ele foi lançado aqui no cinema (legendado, pois não gosto de dublado) e ninguém – REPITO, ninguém – de meu círculo de amigos consegue lembrar-se sequer de uma linha de uma música de Mulan. Tem gente que nem se lembra que é um musical…

E cara, eu já mencionei que não gosto de ver filmes sem ser na língua original. Não faz nenhum sentido para mim isso e eu sinceramente não tenho a menor vontade de assim fazer. Eu já cheguei a não ver animações no cinema por não achar versões originais passando em horário e local razoáveis.

Abs,
Ritter.

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Ian Luz 2 de setembro de 2018 - 13:29

Boa critica , boa critica , mas novamente devo atentar ao fato que voces focam o resultado internacional dos filmes. Mulan pode não ser um dos mais lembrados lá fora , mas aqui , todo mundo sabe cantar a musica ”homem ser” , e sabe pelo menos cantarolar ”alguem pra quem voltar”…

alias , Ritter…asissta as versões dubladas antes da crítica. Vai enriquecer bastante a visão dos filmes. A versão dublada desse é outro primor !!!

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planocritico 25 de agosto de 2018 - 14:27

Poxa, se vai ter bruxa tinha que ter o Mushu…

Abs,
Ritter.

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planocritico 24 de agosto de 2018 - 15:51

Não gosto de Pocahontas não. O filme é fraco.

Sobre Mulan, cara, o filme talvez até seja lembrado hoje, mas, na época, não foi particularmente marcante. Não que ele não tenha tido destaque, pois todo filme da Disney sempre tem, mas diria que ele ficou ali no meio perdido…

E obrigado!

Abs,
Ritter.

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vc falou em pipoca? 24 de agosto de 2018 - 15:44

Bem que a Disney poderia fazer mais animações sobre a China ou o Japão, nesse filme senti que só arranharam a superfície, por melhor que seja.

Responder
planocritico 24 de agosto de 2018 - 15:52

Bem, no mínimo teremos a Mulan versão live-action vindo por aí. De todas as conversões para filmes com “atores reais” da Disney, esse é, aliás, o único que me interessa. O resto pode embrulhar e jogar no lixo para mim…

Abs,
Ritter.

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vc falou em pipoca? 24 de agosto de 2018 - 17:08

Eu também sempre achei que esse é o mais digno de uma versão em live action, mas ainda estou preocupado com como vai ficar.

Responder
planocritico 24 de agosto de 2018 - 17:17

Também fico preocupado, mas pelo menos tem potencial!

Abs,
Ritter.

Responder
vc falou em pipoca? 24 de agosto de 2018 - 17:47

Se for tipo tigre e o dragão, acho, misturado com os miseráveis (2011) e com um mushuu igual o happy do syfy, seria perfeito. Mas não vai ter o mushu :/

planocritico 24 de agosto de 2018 - 17:52

A retirada de Mushu só vai fazer sentido se todo o lado sobrenatural dos antepassados dela também for limado e focarem em um filme realista. Mas se é Disney, não terá sangue nem violência, portanto…

Abs,
Ritter.

vc falou em pipoca? 24 de agosto de 2018 - 18:49

Pois é, seria uma coisa praticamente única um musical sobre cultura oriental com um personagem místico estilo happy. Ouvi dizer que vai ter até uma bruxa.

Gabriel Carvalho 24 de agosto de 2018 - 01:22

Nunca pensei em Mulan como uma animação menos conhecida da Disney. Muito pelo contrário, acredito ser uma animação que ganhou ainda mais espaço nos últimos anos com essa coisa do politicamente correto, porque tem todo o lance da protagonista ser uma guerreira e não abraçar estereótipos de gênero. É um dos filmes mais bem recebidos em termos de crítica se formos pensar em uma revisão atual. Na época, provavelmente pode ter sido uma animação menos conhecida – não sei, não era nascido -, mas acho que hoje é uma das mais badaladas. A realidade é que depois de O Rei Leão todas as animações que vieram não alcançaram sucesso de bilheteria, caracterizando-se como consideráveis fracassos. Mas, por exemplo, Mulan arrecadou bem mais que Hércules. Acho que teremos que ver a recepção do live-action do filme para termos uma noção do quanto ele ainda é popular entre as pessoas. A Bela e a Fera e Mogli: O Menino Lobo foram muito bem.

Em termos da qualidade do filme em si, acho ele bem superior a Pocahontas, que é uma “princesa” que as pessoas aproximam muito de Mulan, por serem as primeiras não-caucasianas da empresa também protagonistas de seus próprios filmes. E você? Gosta de Pocahontas?

Excelente texto, aliás. Abraços!

Responder
João Felix 23 de agosto de 2018 - 22:24

aaaaa minha animação da disney preferida <3

Responder
planocritico 23 de agosto de 2018 - 22:31

Que legal! Conheço muita gente que sequer se lembra dela!

Abs,
Ritter.

Responder
vc falou em pipoca? 24 de agosto de 2018 - 15:46

Ela é bem popular no YouTube e no Facebook, o mushuu é até um meme “desonra pra tu, desonra pra tua vaca”.

Responder
planocritico 24 de agosto de 2018 - 15:53

Confesso que não só não vi o filme dublado, como não tenho a menor paciência para memes…

Abs,
Ritter.

Responder
vc falou em pipoca? 24 de agosto de 2018 - 17:10

Tá com trauma de (des)encanto?

planocritico 24 de agosto de 2018 - 17:18

Eu só soube desse negócio de (Des)Encanto via comentários aqui do site e fiquei horrorizado. Ainda bem que nem sequer passou pela minha cabeça ver dublado…

Abs,
Ritter.

vc falou em pipoca? 24 de agosto de 2018 - 17:44

Pra quem não gosta deve ser insuportável mesmo, já eu adoro.

planocritico 23 de agosto de 2018 - 22:15

Obrigado, @brendoguerreiro:disqus !

E comente sempre!

Abs,
Ritter.

Responder
Brendo Guerreiro 23 de agosto de 2018 - 20:46

Ah véi, que nostalgia ! Lembro de toda semana quando era mais novo eu sempre pedia pros meus pais ir na locadora e sempre alugava esse mesmo filme e “por água abaixo” ( filme dos ratos ) e nunca enjoava, lembro que no extra do Dvd de mulan vinha um clipe do jackie chan cantando a versão original de “homem ser” , sempre cantava. Praticamente foi meu primeiro filme Disney e que assistir mais vezes aaahh que saudade *~* ótima critica !

Ps: sempre acompanhei o site e esse é meu primeiro comentário

Responder
planocritico 23 de agosto de 2018 - 20:25

Como você já viu, estamos em meio à tarefa de trazer as críticas de todos os longas animados cinematográficos da Disney. Já temos todos da Pixar. O próximo passo, mais tarde, será o de abordar justamente esses outros longas, normalmente lançados em home video.

Abs,
Ritter.

Responder
Camilo Lelis Ferreira da Silva 23 de agosto de 2018 - 19:25

Será que teremos análise da Continuação para vídeo do filme analisado?

Responder
Gabriel Carvalho 24 de agosto de 2018 - 01:19

Complementando o mestre Ritter Fan, estamos encaminhando alguns textos de continuações para home-video desses clássicos. Acredito que a do Aladdin apareça nessa próxima semana ou na outra, sob as lentes do grande Giba Hoffman.

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