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Crítica | The Boys – 2X04: Nothing Like It in the World

por Ritter Fan
3831 views (a partir de agosto de 2020)

  • spoilers. Leiam, aqui, as críticas da 1ª temporada e demais episódios e, aqui, de todos os quadrinhos.

The Boys pode ser lembrada e até adorada porque tem super-violência aos borbotões e momentos impressionantemente escrachados em uma narrativa que não parece ter limites para o que é capaz de colocar na telinha, mas o que realmente faz da série algo fora do comum, efetivamente separando-a do que poderia ser apenas mais uma obra cheia de pancadaria e explosões para agradar o público, são episódios como Nothing Like It in the World. São 68 minutos perfeitos que não querem saber de deslumbrar pelo exagero ou chocar com sangue e tripas, mas sim trabalhar seus personagens de maneira significativa e criativa e sem esquecer de impulsionar a trama, com revelações bem colocadas e bem trabalhadas.

Percebam com ninguém é esquecido, ninguém é deixado para trás na narrativa, ainda que, lógico, alguns personagens tenham naturalmente mais destaque do que outros. Se Francês entregando-se ainda mais às drogas, demonstrando seu amor por Kimiko e Kimiko sendo corroída pelo desejo de vingança pelo assassinato de seu irmão por Tempesta ganham poucos minutos de tela, esses minutos são dolorosamente significativos, contribuindo para nos conectarmos ainda mais com esse “casal não casal” improvável e para vermos na pele o preço que a luta deles cobra. Se Trem Bala tem não mais do que um minuto de tela, esse minuto é preciso, direto, com Capitão Pátria demitindo-o do grupo em razão de seu problema físico depois de uma… hummmm… digamos… visita terapêutica que abordarei mais para a frente e como essa demissão dialoga com a pergunta sobre falta de representatividade racial no programa de TV em que o líder dos Sete e Rainha Maeve participam.

E isso continua com a própria Rainha Maeve, que, em um mero diálogo de corredor com o Capitão Pátria depois que ele literalmente a empurra para fora do armário na entrevista, sente o pavor corrosivo de ele tentar fazer algo a Elena, uma espada que ela sabe que sempre existirá por sobre sua cabeça, e, claro, com o brilhante artifício de enquadramento do episódio em que vemos mulheres sendo entrevistadas com a revelação vindo apenas no final de que elas são candidatas à esposa de Profundo no projeto de Carol, a “recrutadora da Cientologia”, de fazê-lo retornar aos Sete. E o que dizer de Black Noir, que, sem diálogos, já vinha mostrando seu desequilíbrio na trinca inicial de episódios e, aqui, revela obsessão com Billy, o que pode – ou não – dar pistas para o caminho que a série percorrerá se Eric Kripke usar as HQs como inspiração, algo que ele inteligentemente só o faz muito por alto, alterando o necessário para tornar a série substancialmente melhor do que o trabalho de Garth Ennis com seus super-heróis doentios.

O mais surpreendente é notar como esses vários desvios narrativos – que não são desvios, mas sim complementos se quisermos fazer justiça a eles – de forma alguma atrapalham as três principais linhas mestres do episódio que, por si só, em mãos menos hábeis, já seriam demais: a road trip reveladora de MM, Hughie e Annie; a maneira que o Capitão Pátria encontra para lidar com seus problemas e a tentativa de resgate de Becca por Billy. Tudo é brilhantemente costurado em um conjunto harmônico pela direção de Fred Toye que não perde o fio da meada sequer por um segundo ao lidar com o complexo roteiro de Michael Saltzman, sabendo entrelaçar cada linha narrativa, por menor que ela pareça, sem dar a impressão que ela está fora do lugar ou que está subtraindo o tempo de outra mais importante, cada vez mais atraindo a atenção do espectador para esse rico mundo que vai sendo expandido a cada episódio.

A viagem de carro para Raleigh, na Carolina do Norte, é a história mais longa, servindo de pano de fundo para as demais e funcionando como uma forma de Hughie e Annie se reconectarem depois que Starlight é quase morta por Capitão Pátria no elevador e de MM ganhar mais contornos pessoais, com seu TOC, com a história de seu pai e por uma genuína vontade de conversar civilizadamente com outra pessoa, algo raro de se ver entre os “Caras”. O objetivo é seguir a pista que a Coronel Mallory entrega para Billy e que envolve uma super-heroína de outra geração, Liberdade. E essa busca misteriosa, que nem os envolvidos sabem a razão, desdobra-se na surpreendente revelação de que, ao que tudo indica, Tempesta está por aí há muito mais tempo que se imagina, mas jamais deixando de transparecer – quando não pode ser ouvida ou vista – o que verdadeiramente é, uma racista que sente prazer em chacinar negros. A surpresa, que é muito bem trabalhada inclusive ao perverter a expectativa de que a viagem seria para a trinca encontrar-se com a envelhecida Liberdade, serve para, de uma tacada só, alterar nossa perspectiva sobre Tempesta, sobre o que o Composto V é capaz de fazer como “efeito colateral” e, finalmente, sobre a História dos Super-Heróis nesse universo. Mas, pelo visto, essa é apenas a ponta do iceberg e há muito mais escondido por trás de décadas de manipulação genética pela Vought. O que fica absolutamente clara é melancolia da relação de Annie com Hughie que, diante do que paira sobre seus respectivos ombros, não pode prosperar assim tão facilmente.

O drama pessoal do Capitão Pátria é outro momento perturbador da série que fica ali no mesmo nível do abalroamento da baleia do episódio anterior. O retorno de Madelyn Stillwell causa aquela surpresa que é difícil de conciliar, que chega até mesmo a causar um estranhamento ruim que abre a Caixa de Pandora típica dos quadrinhos em que as mortes são relativas e só se mantêm enquanto convenientes. Mas não, essa estranheza ruim é logo substituída pela estranheza boa – com razoáveis doses de asco – quando Stillwell é revelada como Doppelganger servindo de “terapeuta” para o Capitão Pátria, com direito a leitinho e algumas coisas a mais… Se a psicopatia do grande símbolo super-heroico desse universo era algo que já havia ficado claro por diversas vezes, as sequências na cabana com “Stillwell” ajudam a sedimentar a ideia de que os distúrbios mentais dele vão muito além do mais completo desinteresse pela vida humana, com direito ao perfeito uso de Taxi Driver em uma cena em que vemos o Capitão simpatizando com Travis Bickle e que, mais tarde, ganha pareamento com ele falando com ele mesmo na versão ainda mais doente do famoso “are you talkin’ to me?” do clássico longa de Martin Scorsese. A egolatria do Capitão Pátria chega ao ponto máximo aqui – ou ao ponto máximo até agora – e mais uma vez Antony Starr tem uma daquelas performances que deixará o ator marcado o resto da vida como sendo o Capitão Pátria, ainda que Aya Cash como Tempesta esteja galgando a passos largos esse mesmo caminho com um trabalho realmente de se tirar o chapéu.

Finalmente, como a cereja no topo desse bolo cheio de camadas, vemos o drama de Billy Bruto em busca de sua esposa. Diferente de tudo o que poderíamos esperar de sequências com o personagem, todo e qualquer semblante de ação porradeira foi acertadamente eliminado, o que acaba tornando sua infiltração na fortaleza da Vought onde Becca e Ryan permanecem aprisionados bastante fácil e conveniente. Mas essa foi uma escolha absolutamente consciente do roteiro e qualquer alternativa a isso detrairia do conjunto da obra. Billy precisava de respiro com Becca e o espectador também precisava que essa conexão entre eles viesse para “explicar” o cliffhanger da temporada anterior e, de quebra, a importância dela para ele. Vemos um Billy apaixonado, entregue, capaz de qualquer coisa por seu amor. Mas Becca sabe que aquele homem ali é obcecado e violento, carregando um ódio incontrolável no peito, e, mesmo que ela ainda claramente o ame, Ryan existe em sua vida como seu outro grande amor e o jovem inocente definitivamente não está nos planos de futuro de Billy. A condução das sequências entre os dois é suave, mas sem perder tempo na forma em que estabelece que o relacionamento dos dois está fadado ao fracasso, pelo menos por agora. Karl Urban nunca foi um grande ator, mas até ele, dada a oportunidade, é capaz de mostrar complexidade, dor e tristeza profunda, sem tirar a casca de durão de Billy, algo que é amplificado pela forma doce com que Shantel VanSanten expõe os sentimentos de sua personagem.

Todos esses meus longos parágrafos de elogios a Nothing Like It in the World poderiam ser resumidos assim: se uma obra audiovisual quer chocar e causar repugnância com imagens doentias e de extrema violência, que isso seja feito equilibrando sequências assim, que sempre são bem-vindas, com outras dedicadas a desenvolver narrativas, construir personagens e estabelecer críticas significativas à realidade ao nosso redor. Entretenimento nunca precisa ser apenas descerebrado e idiota como alguns têm a coragem de apregoar e The Boys é um dos grandes exemplos que comprovam minha afirmação.

Obs: O Amazon Prime Video, um dia antes do episódio sob análise, lançou um curta-metragem de pouco mais de cinco minutos (disponibilizado na página do Facebook da série) intitulado Butcher que é focado, claro, em Billy, com cenas que mostram um pouco mais sobre o que aconteceu com ele a partir do momento em que reapareceu no estacionamento daquele restaurante até retornar aos Boys. Confesso que não sei muito bem por que esse material não foi inserido nas sequências que lidam com isso no episódio 2X02, até porque não há nada muito relevante ali além da introdução do passado militar do personagem, o que pode retornar de alguma forma, especialmente flashbacks, mais para a frente. Fica só um alerta aqui para quem quiser ver absolutamente tudo da série.

Obs 2: Este episódio prova mais uma coisa: é muito melhor acompanhar semanalmente uma série do que correr para ver tudo de uma vez. Nothing Like It in the World precisa de tempo para ser absorvido e sentido e não simplesmente atropelado pelo seguinte.

The Boys – 2X04: Nothing Like It in the World (EUA, 11 de setembro de 2020)
Showrunner: Eric Kripke
Direção: Fred Toye
Roteiro: Michael Saltzman (baseado em criação de Garth Ennis e Darick Robertson)
Elenco:
– The Boys: Karl Urban, Jack Quaid, Laz Alonso, Tomer Capon, Karen Fukuhara
– The Seven: Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie Usher, Chace Crawford, Nathan Mitchell, Aya Cash
– CIA: Laila Robins
– Vought: Colby Minifie, Giancarlo Esposito
– Outros: Shantel VanSanten, Cameron Cravetti, Nicola Correia-Damude, Patton Oswalt, Langston Kerman, Jessica Hecht, David Thompson, Jessica Hecht, Elisabeth Shue, Dan Darin-Zanco
Duração: 68 min.

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76 comentários

Alex Fonseca 17 de setembro de 2020 - 10:44

A temporada está excelente. A cena do flashback que mostra a Tempesta esmagando o rosto do sujeito, é de de revirar os olhos. Que mulher insuportável!

PS: Antony Starr é muito bom. Saudades de Banshee

Responder
planocritico 17 de setembro de 2020 - 14:30

Realmente está excelente mesmo. E o Starr está mandando muito bem.

Abs,
Ritter.

Responder
samuel marques 15 de setembro de 2020 - 10:32

Uma série que sabe equilibrar bastante a violência escrachada e seu humor sórdido, com um texto mais sério e reflexivo, a cena em que a Tempesta mata um homem negro, simplesmente por ele ser quem ele é, me deixou muito zangado, pois isso não é algo criado na série, a triste realidade é que essas pessoas intolerantes existem no mundo real.

Responder
planocritico 15 de setembro de 2020 - 14:37

Exato. Isso é o que separa essa série de outras. E eu fico indignado quando vem um espertão dizer que The Boys é só violência gratuita e pronto…

Abs,
Ritter.

Responder
Diário de Rorschach 14 de setembro de 2020 - 20:25

Perfeito

Responder
Bernardo Barroso Neto 14 de setembro de 2020 - 11:43

Essa série é de explodir cabeças

Responder
planocritico 14 de setembro de 2020 - 11:44

Literalmente!

Abs,
Ritter.

Responder
lordenist 14 de setembro de 2020 - 10:25

Amei a crítica, partilho do mesmo pensamento e, realmente se todos os episodios fossem lancados de uma vez só, ninguem conseguiria perceber direito o que tá rolando. Eu estou gritando com essa qualidade, nossa! a construção narrativa e o tempo para cada personagem foi uma maravilha, impossivel não ficar com o coração na mão quando Capitão Pátria aparece, socorro. Tempesta mal chegou e já demonstra ser uma ótima adição aos 7 e a trama ahhhhhhhhhhhhhhh s2

Responder
planocritico 14 de setembro de 2020 - 11:44

Tendo lido os quadrinhos antes e gostado, mas não amado, eu realmente fiquei de queixo caído com o que fizeram com a adaptação. O showrunner muito claramente percebeu as fragilidades das HQs, que podem ser resumidas em duas palavras só, caracterização e desenvolvimento – e criou uma série realmente impressionante nesses dois quesitos e que ao mesmo tempo não se esquiva de ser tão ou mais “radical” que os quadrinhos.

Abs,
Ritter.

Responder
Gutemberg Lucas 14 de setembro de 2020 - 04:33

Na minha opiniao ia ser mais interessante eles vencerem os “herois” com estrategias explorando suas fraquezas (como aconteceu com o translúcido), e tudo de um jeito bem gore e com humor negro assim como foi a morte do translucito.
Tipo, explorar a fraqueza do a-train que sao as pernas, sei la eles podiam arquitetar um plano e arrancar as pernas dele estilo god of war, ia ser mt massa ou atacar as guelras do profundo, tem varias possibilidades.

Responder
planocritico 14 de setembro de 2020 - 11:52

Veremos o que acontecerá…

Abs,
Ritter.

Responder
Breno Ribeiro 20 de setembro de 2020 - 23:43

Empolgou.

Responder
Gutemberg Lucas 14 de setembro de 2020 - 01:10

Terminei a primeira de novo. Tinha esquecido que o homelander não sabia do filho. Ficou muito bom mesmo.

Aliás, esse plot twist foi ótimo. Esvaziou toda a jornada do Billy e mostrou o quanto ele era maluco, igualzinho os supers.

O Homelander queimando a Sitwell na frente do Bruto foi foda. E o filha da puta ainda explode tudo com o bebê ali. Se tivesse poderes certamente seria pior que o próprio homelander.

Eu vi que trocaram o ator do filho do homelander entre as temporadas. Pegaram um moleque mais velho do que o menino da primeira.

No hype aqui para começar a segunda amanhã.

Responder
planocritico 14 de setembro de 2020 - 02:15

O Billy é psicopata, mas não tão tanto quanto os super-heróis desse universo. Afinal, ele pelo menos tem um objetivo. Os supers não…

Abs,
Ritter.

Responder
Gutemberg Lucas 14 de setembro de 2020 - 01:10

Nesse episódio mesmo, não sabia que o Pátria tinha Super-Audição até ele botar pressão na Maeve.

Mas no caso dos The Boys, é foda: eles circulam na maior pela cidade (e até fora dela), apesar de estamparem a imagem de “Os Mais Procurados do País”…

GIBIS.

Responder
planocritico 14 de setembro de 2020 - 02:00

Já expliquei isso dos “procurados” a outro leitor aqui. Não há mistério algum.

Abs,
Ritter.

Responder
Gutemberg Lucas 14 de setembro de 2020 - 01:10

Por que vcs não fazem muita critica de games no site?

Responder
planocritico 14 de setembro de 2020 - 02:00

Porque não temos gamers na equipe de redatores.

Abs,
Ritter.

Responder
Gutemberg Lucas 14 de setembro de 2020 - 01:02

Pra quem tá gostando da Aya Cash aconselho ver You’re the worst, ela é muito mais escrota lá.

Responder
Gutemberg Lucas 14 de setembro de 2020 - 01:02

S02E04: Acho que foi o melhor episódio da série,até agora.Homelander tirando satisfação com cada um dos Sete foi bacana,mas é forçado ele ainda não ter se livrado da Starlight,pois ela claramente não se mostra confiável.Maeve é a personagem passiva da série,parece que está ali só aturar desaforos e fazer cara de desânimo.Stormfront ainda mais cuzona.Homelander se contorcendo todo por causa de uns memes de Facebook,achei que no final iam fundo nas bizarrices com ele deixando o metamorfo pagar um boquete nele,mas não rolou.

De ruim,teve o Butcher invadindo o complexo da Vought como se fosse o Chico Bento roubando goiaba dos Nho Lau.

Responder
Gutemberg Lucas 14 de setembro de 2020 - 01:00

Não me canso de rir dessa Stormfront. Os caras tiveram a moral de fazer uma vilã que é literalmente uma feminazi.

Responder
planocritico 14 de setembro de 2020 - 02:15

É porque homem nazista já tem demais. Ia ficar repetitivo.

– Ritter.

Responder
Mn Isolado 19 de setembro de 2020 - 15:38

Plano Crítico, o que está acontecendo com o alinhamento editorial de vocês? Nem parece o mesmo site que fez aquela defesa incisiva das bobagens ditas na caixa de comentários da crítica de Lindinhas. Agora vocês vêem um leitor utilizando um termo contraditório em si mesmo como feminazi (faz tanto sentido quando anarcocapitalismo) para descrever uma personagem supremacista branca e tudo que fazem é uma piadinha? Lamentável.

Responder
planocritico 19 de setembro de 2020 - 16:35

Não tenho a mesma paciência que meu colega de site.

– Ritter.

Responder
Carlos Bruno 21 de setembro de 2020 - 02:09

Kkkkkkkkk eu sou literalmente o Ritter na vida.

Carlos Bruno 21 de setembro de 2020 - 02:29

Meu filho, ela não é “feminazi”.

Pelo que temos na série até agora ela na verdade é uma supremacista branca e se finge de feminista radical simplesmente pra atrair público e ganhar pontos de audiência.

Acho muita interessante a série abordar esse aspecto que é bem realista e muito raro de ver em shows de TV (creio que por medo de represálias do público e consequentemente, perca de audiência), muita coragem e fidelidade dos produtores da série.

Só pra ter ideia, geralmente o público progressista é mais “radical” digamos assim, boa parte dessas pessoas literalmente NÃO COMPRAM ou USAM um produto/serviço por conta de desalinhamento ideológico, enquanto os “tiozão do zap” não estão nem ae. BK faz campanha de marketing apoiando a causa LGBT, no outro dia o tiozão tá lá comprando 2 whooper, tá nem ae, enquanto aqui mesmo vc pode ver que teve um comentário de uma pessoa falando que vai parar de assistir a série pelos ataques a minoria.

Responder
Gutemberg Lucas 14 de setembro de 2020 - 01:00

Acho que depois dessa temporada o Antony Starr vai trabalhar no selinho que quiser. Putamerda… tá destruindo no papel de Homelander.

Acham que rola futura indicação pra Emmy?

Que série, Meu Deus… QUE SÉRIE!!!

Responder
planocritico 14 de setembro de 2020 - 02:15

Ou ele ficará tão marcado pelo papel que nunca mais conseguirá encontrar trabalho de relevo.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de setembro de 2020 - 02:15

Provocação mais boba…

– Ritter.

Responder
Douglas 15 de setembro de 2020 - 17:25

A resposta é simples: DC tem os personagens mais emblemáticos e famosos dos Quadrinhos… A Marvel não, já que adquiriram fama após os filmes, que não é o caso da DC… Abraços, rs.

Responder
Gutemberg Lucas 14 de setembro de 2020 - 01:00

The Boys continuam fazendo referências a BvS.

Quantas referências mais continuaremos a ver?

Eles não podiam fazer referências aos filmes dos Vingadores? Porque esses filmes são tão vazios e esquecíveis que não deixaram nada para o público se lembrar.

Quase não parodia a Marvel, já que seus filmes já são uma piada.

Imitação é a mais sincera forma de elogio.

https://preview.redd.it/f4nv5uy0tem51.gif?format=mp4&s=f2c253f1efe84fd5b6ea58ca05b89bb3489a0211

Responder
Marcelo Farias 14 de setembro de 2020 - 00:34

Ainda não comecei a ver mas a gelera tá dando avaliações negativas por causa dos episódio semanais!

Responder
planocritico 14 de setembro de 2020 - 00:51

Eu só tenho a dizer que a “galera” é COMPLETAMENTE IMBECIL E NÃO TEM NADA MELHOR PARA FAZER, PELO VISTO…

Abs,
Ritter.

Responder
gasparzinho 13 de setembro de 2020 - 19:13

De forma geral, a trama não andou muito. Aliás, tá parecendo um repeat da primeira temporada até aqui, mas com uma versão feminina do capitão patriota, ou melhor, uma versão mais “malvada”.

Os crimes dos heróis sendo redescobertos pela equipe dos The Boys. Estupro pelo capitão patriota (estupra, mas não mata), assassinato de negros pela capitã liberdade (supremacista racial)…

É sério que na HQ tem coisa pior que isso? O quê? Assassinato de animaizinhos e criancinhas???

Se no capítulo 5 eu não vir um avanço, uma reviravolta, um castigo, uma justificativa PLAUSÍVEL, EU termino aqui.

Não vou dar audiência para violência gratuita contra minorias.

Não tenho problemas com violência, nudez, temas tabus.
Agora violência gratuita, nudez gratuita, polemizar por polemizar, isso eu não vou apoiar nunca.

Na primeira temporada fui surpreendido pela coisa dos heróis serem irresponsáveis, da busca por justiça e então terminar com aquele clímax.

Ai vem essa segunda temporada, que não concluiu adequadamente o final da primeira, mostrando apenas degradação – pelo menos até aqui.

Há até uma certa aura de ‘conformismo’, de é assim mesmo, o mundo é cruel, blá-blá-blá.
Inclusive na revelação de que os super heróis são ARTIFICIAIS.

O maior plot de todos ficou por isso mesmo…?!?!
Se não tiver uma reviravolta no próximo capítulo, eu encerro aqui. Real.

E vou criar um final imaginário da primeira temporada na minha cabeça e ser feliz.

Já fiz isso com The Walking Dead (na 4ª temporada), Gossip Girl (na 3ª), Revenge (na 2ª), The Good Wife (na 2ª também) e The 100 (na 4ª). Não queria que The Boys entrasse na lista. Ainda mais nessa ressaca de produções inéditas, mas enfim…

Responder
planocritico 13 de setembro de 2020 - 19:23

Uma pena você achar que a série é só violência gratuita e achar que ela não avançou. A série está só na 2ª temporada (com cada uma só com oito episódios) e você já quer um “final”, uma resolução para todas as tramas? Esquece, não vai acontecer. A série muito claramente está ainda na fase de construção.

Abs,
Ritter.

Responder
Gutemberg Lucas 14 de setembro de 2020 - 00:40

Vai pra lá lacrador de Twitter.

Responder
Giordano 14 de setembro de 2020 - 13:39

“Não vou dar audiência para violência gratuita contra minorias.”

Aconselho a mudar de planeta., por que neste aqui, infelizmente ainda veremos isso por um bom tempo…e a arte existe para isso: para vermos que existe essa violência. Ou você não acha que um filme ou série tem um impacto nos espectadores, às vezes até mais profundo do que um telejornal?

Responder
Leonardo Postal 13 de setembro de 2020 - 17:38

Kimiko muito nerfada nessa temporada, tá triste!

Responder
planocritico 13 de setembro de 2020 - 19:23

Em relação a o que? Aos quadrinhos?

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Postal 13 de setembro de 2020 - 20:53

Em relação a temporada 1. Ela era/é uma máquina de matar, demonstrou ser super poderosa, forte etc

Nessa temporada só tá levando porrada dos outros.

A Stormfront DE FATO é mais poderosa que ela, mas eu duvido que a Kimiko da temporada 1 deixaria a Stormfront sem UM ARRANHÃO sequer numa luta.

Responder
planocritico 13 de setembro de 2020 - 21:01

Não vi muita diferença não, até porque com quem mais ela lutou que não tenha sido com a Stormfront que, como você disse, é mais poderosa que ela, potencialmente invulnerável como Homelander?

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 13 de setembro de 2020 - 15:53

Esse ano que ta sendo difícil por varias razoes, nao se pode dizer das series, episodio muito bom. To gostando de como a serie mesmo sendo baseada na HQ, ela ta totalmente diferente e pra quem ja leu vai assistindo sem esperar nada, eu mesmo duvido que o Black Noir é o clone do capitao na serie, ia ficar muito obvio coisa que a serie nao esta sendo ate agora.

Responder
planocritico 13 de setembro de 2020 - 16:05

Óbvio só para quem já leu, claro. Mas eu ainda acho que alguma coisa semelhante às HQs será feito na série. Mas veremos!

E eu concordo: esse ano tem sido espetacular para séries. Pelo menos uma coisa boa, não é mesmo?

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 15 de setembro de 2020 - 14:06

Justamente por ser obvio pra quem leu a HQ é que eu acho que eles nao vao adaptar o plot do Black Noir, na serie da pra ver que ele nao tem a mesma resistência de levar dano e é mais baixo que o patria.

Responder
planocritico 15 de setembro de 2020 - 14:33

Veremos!

Abs,
Ritter.

Responder
Luzonaldo Júnior 13 de setembro de 2020 - 13:06

A única coisa que me incomoda na série é a modulação dos poderes Homelander para conveniências narrativas. Ele escuta tudo, uma conversa da Maeve, ou a conversa da Becca com a Vought, porém não ouviu os outro Boys no túnel no episódio 3, sendo surpreendido por outro Super, além da demora para sair dos escombros. Também quando StormFront está no telhado e mata o irmão de Kimiko, ele também não ouve kimiko fazendo o maior barulho tentando se esconder.

Responder
planocritico 13 de setembro de 2020 - 14:44

Isso é necessário para basicamente todos os personagens com esse nível de poder. Caso contrário, não há história.

Abs,
Ritter.

Responder
HobokenBlues 12 de setembro de 2020 - 13:33

Admito que é estranho ver o francês se interessar romanticamente pela fêmea, já que nos quadrinhos ele adota ela como filha.
Agora sobre o Anthony starr, esse cara é um monstro, ele engole qualquer um em tela ali, leva a série nas costas

Responder
planocritico 12 de setembro de 2020 - 14:39

A adaptação desses dois personagens mantém suas essências, mas acrescenta muita coisa que não tinha nos quadrinhos, pois lá esses dois não eram muito mais que “extras” de luxo sem qualquer tipo de desenvolvimento relevante.

Abs,
Ritter.

Responder
Nellio Vinicius 12 de setembro de 2020 - 13:33

Excelente crítica como sempre, e um destaque pra Obs. 2: Esse episódio teve muito conteúdo e não teria o mesmo impacto se assistíssemos estilo corrida de 100m, cada núcleo foi bem trabalhado, e detalhe que cada núcleo se desenvolveu tendo a ameaça do Homelander como plano de fundo, Maeve, Trem-A, Starlight, Bruto e a própria tempesta, sendo que esta por ter a opinião pública do lado dela fica praticamente intocável, porque se por um lado o Homelander é absurdamente poderoso ele tem uma enorme necessidade de ser bajulado e reconhecido, mas o final, dá a entender que ele vai se desapegar disso.

Responder
planocritico 12 de setembro de 2020 - 14:39

Obrigado!

É o que falo: esse episódio ficaria perdido em meio à ânsia de ver mais para achar outras cenas parecidas com a da baleia. É importante ter o intervalo.

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner 12 de setembro de 2020 - 11:43

Acho a busca pela Liberdade (sem trocadilhos aqui) a melhor parte do episódio, principalmente por causa do MM. Foi o tratamento de personagem que mais gostei desse episódio. E legal ver também sua interação com a Annie. Espero que ela continue interagindo com outros integrantes do grupo.

Eu tentei não reclamar, mas a facilidade com que o Billy invadiu aquele complexo foi bem incômoda. Não apenas por isso, mas principalmente por ter uma câmera que grave o exato momento da invasão e parece que ninguém faz nada nesse período.
E novamente não consigo gostar do Profundo, mas eu acho que tem muito mais por trás de toda aquela psicologia só para voltar para os Sete. Não confio na Carol.

A Stormfront é abominável, mas não vou mentir em como eu fico feliz de vê-la deixando o Homelander puto da vida. Sem contar que as feições do Capitão Pátria faz você achar que ele explodirá a qualquer momento.
Véi, eu preciso muito de mais confronto entre os dois.

Responder
planocritico 12 de setembro de 2020 - 14:39

A investigação da trinca foi muito bem conduzida. Da forma como MM foi trabalhado, passando pelo diálogo de Hughie e Annie à frente da máquina de chocolate e chegando lá na casa da senhora com passado traumático que subverte o que esperávamos ver.

Sobre o Billy, é o que eu disse: a invasão não poderia ser explosiva para manter o ritmo do episódio. Gostei muito dessa escolha deliberada. E eu gosto cada vez mais do Profundo. Pode ter certeza que há planos maiores, pois ele está claramente sendo recrutado pela Igreja da Coletividade para algum fim escuso. A volta aos Sete é apenas uma desculpa para enganar trouxa.

Stormfront é sensacional. Sério. Nunca me diverti tanto com uma nazista desde Bastardos Inglórios!

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Felipe 12 de setembro de 2020 - 10:33

Acho que esse foi o melhor episódio em termos narrativos da série, vc fica agonizado em cada momento do episódio e cada personagem tá desenvolvimento mais que satisfatório. E pensar que Eric Kripke (The Boys) e Jeremy Carver (Doom Patrol) trabalharam juntos em Supernatural, uma dupla que deveria trabalhar juntos de novo num futuro próximo.

Responder
planocritico 12 de setembro de 2020 - 14:39

Foi incrível esse episódio. Nossa, como eu gostei!

Abs,
Ritter.

Responder
Here's Johnny 12 de setembro de 2020 - 10:25

Eu gostei bastante do episódio, mas não consigo parar de me incomodar com a forma que os caras que deveriam ser super procurados e uma das pessoas mais famosos dos EUA, andam de boa no meio das ruas lotadas, sem ninguém perceber, as vezes tira minha imersão na série.

Responder
planocritico 12 de setembro de 2020 - 14:39

Isso é algo que já discuti antes – em outra crítica não relacionada com The Boys que nem me lembro mais – e minha conclusão é a seguinte: nós somos seres inerentemente egoístas, só pensamos em nós mesmos, não queremos saber de mais nada que não gravite ao nosso redor. Isso significa que jamais lembraremos de rostos e nomes de criminosos procurados a não ser que estejamos vendo o cartaz de procurado e o sujeito estiver ao lado dele. Hughie em Nova York é invisível. Basta parar agora e pensar: diga-me o nome de UM criminoso brasileiro sendo procurado nesse momento.

E o mesmo vale para Annie. Se acreditamos que o Superman não é reconhecido como Clark Kent só por causa do óculos e da postura, o que dizer de uma super-heroína de maiô que usa enxertos no cabelo e enchimentos no peito vestida de hoodie e boné no meio da cidade? Nunca seria reconhecida também.

Abs,
Ritter.

Responder
Here's Johnny 12 de setembro de 2020 - 16:40

Admito que é um excelente ponto o seu.

Eu só fico com um pé atrás por achar que se a Vought quisesse de fato encontrar Os Rapazes eles simplesmente colariam um cartaz deles a cada metro quadrado, visto que poder pra isso eles teriam, mas isso também pode ser interpretado como a Vought no fim das contas não dar tanta importância para eles.

Resumidamente, você me convenceu, venci minha única birrinha com a série.

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planocritico 12 de setembro de 2020 - 16:40

He, he. Que bom!

Sobre a Vought, eu sempre desconfio que a empresa talvez tenha interesse em manter seus próprios heróis em xeque com o uso conveniente dos Rapazes.

Abs,
Ritter.

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Rodrigo Rocha Vaz 12 de setembro de 2020 - 10:07

Ritter, eu não havia pensando sobre essa nova estrutura de episódios semanais da série até agora. Penso que Nothing Like It in the World é daqueles episódios fundamentais de desenvolvimento de personagens que fatalmente passaria batido fosse no formato anterior. A dinâmica entre Tempesta e Capitão Pátria ganha novos ares aqui, e eu achando que seria impossível alguém mais ultrajante que o Capitão, mas nossa nova “heroína” dá mostras que tão doentia que ele, com a diferença fundamental que ela percebeu o aparente ponto fraco dele: seu ego. A cena em que eles discutem sobre quem tem mais “likes” nas mídias sociais é incrível, e parece que Tempesta vai aproveitar a ânsia por protagonismo e atenção do Capitão para mudar o status. Anthony Starr tem uma presença que intimida só com o olhar e expressão corporal. Seu Capitão Pátria, ouso afirmar, já entrou para o Hall dos melhores personagens de séries recentes. O jeito é aguardar , com prazer, mais uma semana para o próximo episódio.
Abs.

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planocritico 12 de setembro de 2020 - 14:39

Passaria batido MESMO. As pessoas só pensariam em procurar a “próxima cena da baleia” e não veriam Nothing Like It in the World da maneira certa. Binge watching estraga séries, vai por mim.

Sobre a interação entre Tempesta e Pátria, a coisa está ficando sensacional e ela REALMENTE descobriu a kriptonita dele, ainda que o final em que ele mata Doppelganger como ele dê a entender que ele talvez tenha vencido esse obstáculo. Eu ainda acho que os dois vão se acertar e cometer atrocidades juntinhos, como dois pombinhos do apocalipse!

Abs,
Ritter.

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Rodrigo Rocha Vaz 12 de setembro de 2020 - 14:58

“pombinhos do apocalipse” é uma bela definição HAHAHAHAHAAHA

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planocritico 12 de setembro de 2020 - 15:08

Secretamente, eu torço por isso. Mas não conte para ninguém não, senão vão me mandar para o Asilo Arkham…

Abs,
Ritter.

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The Question 12 de setembro de 2020 - 07:13

Fico impressionado como o homelander é cínico, manipulador e autoritário! A cada cena dele ficamos achando que ele vai matar alguém..

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planocritico 12 de setembro de 2020 - 14:40

Sim, ele representa uma constante ameaça para qualquer um perto dele. O sujeito é instável até a raiz do cabelo. Mas em termos de manipulação, a mestre ali é a Tempesta. Isso sem contar com o Gus Fring, claro, que, mesmo sem poder, dá banho em todo mundo…

Abs,
Ritter.

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The Question 14 de setembro de 2020 - 09:36

Concordo!
aquela cena dele peitando o homelander, fiquei esperando ele ter a cabeça arrancada hehehehe

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planocritico 14 de setembro de 2020 - 11:52

Exato. Mas aí o super ficou PIANINHO, meteu o rabo entre as pernas e foi embora. Genial!

Abs,
Ritter.

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Flavio Batista Dos Santos 12 de setembro de 2020 - 05:29

Em todas as cenas q o Capitao Patria aparece e se mostra assustador, da pra ver nos outros o pavor q ele causa. É incrivel!
Apenas Tempesta e o Gus Fring n tem esse medo dele.

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planocritico 12 de setembro de 2020 - 14:40

Sim. Todas as cenas com ele são naturalmente tensas porque sentimos a tensão de todos ao redor dele.

Abs,
Ritter.

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Gabriel Cabral 12 de setembro de 2020 - 03:09

Fiquei bobo com a construção dos personagens e a sintonia entre eles nesse episódio. The Boys está mostrando que realmente veio para ficar.
O Antony Starr dá um show de Capitão Pátria. Acho hilário a cara que ele faz bebendo leite. Em contrapartida, parece que a qualquer momento numa conversa ele vai atravessar e quebrar alguém no meio. Uma baita atuação que deixa um clima de tensão e imprevisibilidade no ar. Por um momento pensei que ele transaria com ele mesmo, talvez o grau máximo possível do egocentrismo. Seria sensacional!

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planocritico 12 de setembro de 2020 - 03:18

Eu acho que ele só não transou com ele mesmo porque, lá no fundo, ele sabia que não era ele mesmo… Caso contrário…

Mas o Starr realmente está dando show nessa série.

Abs,
Ritter.

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Samuel P. Silva 12 de setembro de 2020 - 01:28

E a serie não para de surpreender, cada episódio tem uma coisa bizarra hahahaha.

Vi todo mundo elogiando o Starr, assisti Banshee faz muito tempo mas eu não lembrava o quão bom ator ele é, excelente atuação que ele está entregando desde a primeira temporada.

Responder
planocritico 12 de setembro de 2020 - 02:02

Sim, ele está incrível mesmo. Vi Banshee e lá a atuação dele não é nem de longe tão boa.

Abs,
Ritter.

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Peter 12 de setembro de 2020 - 01:21

Essa é uma das raras exceções em que a adaptação é melhor que a obra original. Capitão Pátria está aos poucos se tornando um dos personagens mais memoráveis que existem.

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planocritico 12 de setembro de 2020 - 02:02

Sim, consegue ser bem superior aos quadrinhos, ainda que eles sejam bem divertidos.

Abs,
Ritter.

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