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Crítica | SCOOBY! O Filme

por Ritter Fan
716 views (a partir de agosto de 2020)

Velma: Como você sabe tanto sobre super-heróis e tão pouco sobre o sistema métrico?
Fred: Porque eu sou um homem americano!

Por incrível que pareça, SCOOBY! O Filme marca a primeira vez que Scooby-Doo e sua gangue tiveram um longa animado produzido para ser lançado nos cinemas. Mesmo que as circunstâncias de sua estreia em meio à pandemia de Covid-19 tenham forçado o uso da chamada “première doméstica” por meio dos serviços de vídeo sob demanda, o que vale é a intenção e a nova aposta da Warner para reviver sua franquia com o dogue alemão mais simpático do mundo ganha um polimento todo especial.

Na verdade, o longa é mais do que uma aposta em Scooby-Doo somente, pois o roteiro, escrito a quatro mãos, é muito mais um crossover de criações da Hanna-Barbera do que uma aventura clássica de desvendamento de mistério dos queridos personagens criados em 1969 por Joe RubyKen Spears, no que parece ser uma espécie de começo de um potencialmente muito interessante universo compartilhado. Mesmo que o simpático, mas muito corrido e um tanto simplista preâmbulo  conte uma nova origem para o quinteto, ensaiando uma produção que tem a Mistério S.A. em seu centro, a história não perde tempo em fazer o que tem que fazer, separando o grupo e tornando Scooby (Frank Welker) e Salsicha (Will Forte) fugitivos de ninguém menos do que Dick Vigarista (Jason Isaacs) e de seus adoráveis minions robóticos, o que os levam a cruzar caminho com… Brian (Mark Wahlberg), que… aham… é o Falcão Azul e seus… bem… ajudantes Bionicão (Ken Jeong) e Dee Dee Skyes (Kiersey Clemons).

Na outra ponta, Fred (Zac Efron), Daphne (Amanda Seyfried) e Velma (Gina Rodriguez), equipados com a Máquina do Mistério, tentam descobrir o paradeiro dos amigos, trilhando uma narrativa que permanece substancialmente paralela à de Salsicha e Scooby e, claro, um pouco menos desenvolvida que as verdadeiras estrelas da projeção. No entanto, há espaço para quase todo mundo, com funções bem determinadas e razoavelmente exploradas pelo menos para Fred e Daphne, com Velma na “terceira divisão” sem um destaque muito grande, ainda que constantemente presente. Além disso, o longa faz todo o uso possível das hoje tão cobiçadas referências e, claro, de alguns ilustres convidados especiais que dão as caras aqui e ali, contribuindo para colorir ainda mais o filme e trazer sorrisos nostálgicos, além de admiração por suas recriações para a animação.

E isso me leva à direção de arte de Michael Kurinsky que visualmente respeita todo o material fonte, atualizando os personagens na medida do necessário, além de criar assinaturas características para cada grupo. Se Scooby-Doo e sua turma ganham uma repaginada que, porém, os mantém intactos e perfeitamente reconhecíveis o tempo todo, com uso generoso de cores vibrantes, toda a mitologia do Falcão Azul é retrabalhada para algo extremamente futurista, de linhas limpas, quase monocromáticas, com… Brian ganhando um uniforme 2.0 do super-herói que combina perfeitamente com sua personalidade espalhafatosa. Dick Vigarista, por seu turno, representando toda a vilania possível, tem a ambientação de sua nave – sensacionalmente baseada no clássico carro-foguete que dirige em Corrida Maluca – com pitadas de steampunk e direito a muito fogo, ferrugem e fumaça, a antítese de tudo que o Falcão Azul representa. Mas é claro que todos, quando vistos em conjunto, geram um efeito harmônico, com uma computação gráfica muito bonita, de linhas curvas e cores brilhantes que encanta já nos minutos iniciais.

Se o roteiro trabalha bem os núcleos diversos em uma história diferente da que é esperada, ele é menos eficiente em tornar Scooby-Doo uma peça essencial no plano de Dick Vigarista, criando uma ancestralidade inédita para o cachorrão que não combina de verdade com a personalidade dele ao longo de todas essas décadas e que tem um clímax um tanto quanto genérico, além de um final cheio de conveniências desnecessárias. Como parte da estratégia para fazer isso tudo funcionar, Scooby ganha muitas falas e, ainda por cima, quase todas completamente compreensíveis, algo que acaba transformando-o meramente em um cachorro falante, algo que ele nunca foi de verdade. Não, não surtei, prezados leitores. O que quero dizer é que muito do charme de Scooby é ele usar poucas, mas ótimas palavras e expressões sempre com aquela voz grave clássica com dicção comparável à do Pato Donald clássico. Ao dar-lhe várias linhas de diálogo e diversas com palavras até rebuscadas, com o cachorrão travando verdadeiras conversas com Salsicha e outros personagens, um pouco daquela graça bobona do bom e velho Scooby desaparece.

No entanto, SCOOBY! O Filme tem, inegavelmente, um charme irresistível e Tony Cervone, que já havia sido responsável por dois longas animados do Scooby-Doo lançados diretamente em vídeo, entrega um mais do que sólido longa cinematográfico, especialmente considerando que este é seu primeiro trabalho de direção nessa categoria específica. Esse pode não ser o Scooby totalmente clássico em um caso de mistério dentro do padrão conhecido, mas a proposta de o longa ser uma bonita e divertida reunião de inesquecíveis personagens da Hanna-Barbera em uma obra animada de gabarito e com potencial para ser a primeira de várias, compensa as escolhas tomadas. Agora é esperar para que o Universo Cinematográfico Hanna-Barbera (UCHB?) realmente decole!

SCOOBY! O Filme (SCOOB!, EUA – 15 de maio de 2020)
Direção: Tony Cervone
Roteiro: Matt Lieberman, Adam Sztykiel, Jack Donaldson, Derek Elliott (baseado em história de Matt Lieberman, Eyal Podell e Jonathon E. Stewart e em personagens criados por Joe Ruby e Ken Spears)
Elenco: Frank Welker, Will Forte, Iain Armitage, Mark Wahlberg, Jason Isaacs, Gina Rodriguez, Ariana Greenblatt, Zac Efron, Pierce Gagnon, Amanda Seyfried, Mckenna Grace, Kiersey Clemons, Ken Jeong, Tracy Morgan, Billy West, Simon Cowell, Ira Glass, Don Messick, Eric Cowell
Duração: 95 min.

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89 comentários

JC 25 de abril de 2021 - 00:24

Acho que você gostou mais porque apelou para sua parte sentimental…eu achei que o filme começou muito legalzinho mas depois desandou de uma maneira absurda…chega se tornou tedioso.
Já dava pra saber praticamente tudo que ia acontecer depois de um tempo.

Gostei não….apesar de que é MUITO bem feito e MUITO bonito. Mas a história é ruim demais.

Porque diabos insistem nessa fórmula chata e cansada de “vamos se unir, dizer que não vamos nos separar, vamos brigar, lembrar do que falamos, voltaremos a ser um só

Porra, isso é chato demais.

Responder
planocritico 27 de abril de 2021 - 17:20

He, he. Pode ser. Mas eu realmente gostei desse universo compartilhado que foi criado aqui.

E sobre a estrutura que você reclama, bem, ela existe desde que inventaram o cinematógrafo. Nem dá para reclamar…

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Santana 13 de junho de 2020 - 11:17

Num geral acho os desenhos de Hannah Barbera bem ruins, só uns três salvam, mas os assistia quando criança e peguei referências dessas séries:

Tubarão, Capitão Caverna, Corrida Maluca / Pombos teve mais um q não tô lembrando XD

Amo Scooby Doo e adorei o filme XD

Responder
planocritico 17 de junho de 2020 - 10:42

Nossa, eu ADORO os desenhos da HB! Cresci com eles!

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Santana 13 de junho de 2020 - 11:12

Eu assisti esse filme e amei ele kkkkk

Responder
planocritico 17 de junho de 2020 - 10:42

Eu gostei bastante também!

Abs,
Ritter.

Responder
Igor José 22 de maio de 2020 - 15:00

Eu gostei bastante do filme, contudo não senti que era um filme do Scooby doo, senti algo igual foi dito na critica: “crossover de criações da Hanna-Barbera “. O filme foi isso apenas,mas não tirou a diverssão para mim, pois sou fã da Hanna-Barbera. Acredito que eles queiram começar esse universo e precisavam chamar atenção, então utilizaram o nome mais famoso das criações da Hanna-Barbera, que são aventuras da Misterio S/A. Espero ansiosamente por sequencias, crossovers, preludios e etc desse universo.

Na cena da Arena fica esperando aparecer os Flintstones, mas não apareceram ahahahahahahhaa ou pelo menos não vi

Responder
planocritico 22 de maio de 2020 - 15:24

Sim, o espírito do filme é exatamente esse que você escreveu: usaram o Scooby como porta de entrada para um universo compartilhado bem bacana. Eu também curti a proposta, mesmo que não tenho sido um “Scooby clássico”.

Abs,
Ritter.

Responder
Michael 25 de maio de 2020 - 10:58

O bom é que pelo menos o filme se vende como um crossover, diferente de outros filmes da franquia que se vendem como algo do doguinho mas na verdade são crossovers ou têm uma temática totalmente diferente.

Responder
planocritico 25 de maio de 2020 - 15:49

Mais ou menos. As peças publicitárias realmente deixam clara a natureza de crossover, mas o título SCOOBY! O FILME ou SCOOB! no original dá a entender que é um filme só da gangue.

Abs,
Ritter.

Responder
Michael 25 de maio de 2020 - 16:12

é tbm tem isso

Responder
Infinite 22 de maio de 2020 - 00:22

Animação decepcionante,eu amo Scooby doo esperava algo bem feito em termos de história.

Responder
planocritico 22 de maio de 2020 - 00:32

Mas o que você não gostou na história?

Abs,
Ritter.

Responder
Infinite 22 de maio de 2020 - 01:18

Eu gosto quando eles estão em grupo sabe,Fred,Salsicha ,Daphne,velma,Scooby,eu queria que eles investigasse um caso de monstros onde contém muito mistério,mas esses personagens ficam perdidos ao longo do filme sem nada pra fazer,o Scooby nem parece o Scooby,o filme começa em lugar nenhum e termina em lugar nenhum,senti um vazio,mas deve ser porquê sou apaixonado pelos desenhos antigos kkk,gostei do vigarista mas acho ele irrelevante no filme.

Responder
planocritico 22 de maio de 2020 - 15:33

Entendo perfeitamente. Mas não era a proposta do filme, como o pareamento do Salsicha e do Scooby com o Falcão Azul e equipe em enfrentamento direto ao Dick Vigarista deixa claro bem no começo. É, como outro leitor disse, o começo de um universo compartilhado a partir do uso do nome Scooby, que é o desenho mais conhecido da Hanna-Barbera. E, dentro desses preceitos, eu gostei bastante, ainda que, novamente, entenda sua decepção!

Abs,
Ritter.

Responder
Infinite 22 de maio de 2020 - 16:46

Vamos ver oque será desse universo ai,quero ver um desses filmes no cinema .

planocritico 22 de maio de 2020 - 17:28

É torcer para continuar!

Abs,
Ritter.

Infinite 22 de maio de 2020 - 17:30

Vlw.

slafds 18 de maio de 2020 - 21:30

Man sei q ñ tem nada a ver com essa critica mas vcs bem q podia fazer uma critica do anime de vinland saga (q é muito foda alias kk)

Responder
planocritico 19 de maio de 2020 - 00:12

Pode ser que um dia algum crítico do site faça. Eu, pessoalmente, não tenho intenção alguma.

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Farias 18 de maio de 2020 - 15:16

Ainda não conguir superar o salsicha e o scooby cantando shallow, esse foi o momento mais engraçado!!!kkkkkkk

Responder
planocritico 18 de maio de 2020 - 15:21

Ficou melhor que o original!!!

AHAHAHAHAHAHAHHAAHHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Farias 18 de maio de 2020 - 16:23

Ritter, sempre tive curiosidade de saber….como é seu nome de verdade??
PS:perguntei e saí correndo!!!

Responder
planocritico 18 de maio de 2020 - 20:37

Ué, e porque meu nome não seria Ritter Fan???

HAHAHHHAHAHAHHAHHHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Diário de Rorschach 18 de maio de 2020 - 09:20

Sabe da previsão desse filme chegar dublado nas nossas terras? Quero muito ver o trabalho que o Briggs fez

Responder
planocritico 20 de maio de 2020 - 19:07

Não sei não, @di_rio_de_rorschach:disqus …

Abs,
Ritter.

Responder
Dante 18 de maio de 2020 - 07:17

Confesso que minhas expectativas estão bem altas!! Sou muito fã da série animada, passei a infância toda assistindo, principalmente o clássico.

Responder
planocritico 20 de maio de 2020 - 19:04

Só lembre-se que a proposta do longa é diferente e tem muito mais objetivo de criar um universo compartilhado Hanna-Barbera do que ser um filme típico do Scooby.

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo Costa 18 de maio de 2020 - 04:20

Comentário sem relação a crítica (desculpa, mas eu tô curioso dkkddkkk).
O site vai cobrir a série Stargirl?

Responder
planocritico 18 de maio de 2020 - 04:31

De garantido mesmo, só a crítica do primeiro episódio, como fizemos no caso da Batgirl.

Abs,
Ritter.

Responder
Lavínia F. Santana 18 de maio de 2020 - 01:50

Eu amooooooooooo 💞 ScoobyDoo mas ainda não vi essa animação. Não encontrei ainda, mas verei com certeza assim que encontrar.

Responder
planocritico 18 de maio de 2020 - 02:43

Não é o Scooby clássico, pois a proposta é criar um universo compartilhado, mas é bem bacana e vale a pena!

Abs,
Ritter.

Responder
Lavínia F. Santana 18 de maio de 2020 - 02:43

Me desculpe, mas o que vc quer dizer com essa de não é o Scooby clássico? Não é um mistério d terror?

Responder
planocritico 18 de maio de 2020 - 02:48

Isso. Não é exatamente um mistério de terror. Há elementos de terror e sobrenaturais, mas é mais uma aventura do que um Scooby clássico costuma oferecer.

Abs,
Ritter.

Responder
Lavínia F. Santana 18 de maio de 2020 - 02:55

Me deixa um pouco preocupada e curiosa.

planocritico 18 de maio de 2020 - 03:28

Olha, fique mais curiosa do que preocupada. Algo me diz que você gostará!

Abs,
Ritter.

The Viper 16 de maio de 2020 - 23:54

Por esse eu não esperava, por não ter notado um grande “hype”, não deve ter tido uma grande divulgação, mas pelo jeito cumpre a função de entreter, pela nota que vc deu.

Responder
planocritico 17 de maio de 2020 - 02:07

Não teve hype, pois o lançamento era para ser cinematográfico e, com a pandemia, ficou no video on demand que nem Trolls 2.

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 16 de maio de 2020 - 18:56

Onde viram o filme?

Responder
planocritico 16 de maio de 2020 - 20:12

iTunes.

Abs,
Ritter.

Responder
O Homem do QI200 16 de maio de 2020 - 18:19

Scooby-Doo é um desenho que tenho guardado no meu coração, gosto muito mesmo, espero me divertir com esse. Tô dando um tempinho antes pra vê dublado (Animação curto bem mais quando dublado), mas se não rolar, vai legendado mesmo.
E sobre esse Universo compartilhado, espero que role mesmo, não pq gosto desse esquema, porém isso irá fazer com que muitos desenhos antigos da Hanna Barbera volte aos holofotes. A Hanna Barbera é um tesouro.

P.S. Pra quem fez a mesma coisa em relação a LJ Sombria deve ter se arrependido. Puta dublagem bosta.

Responder
planocritico 16 de maio de 2020 - 20:12

Isso aí: Hanna-Barbera é um tesouro. Falou tudo mesmo e espero que esse universo compartilhado dê certo para o baú ser aberto!

Abs,
Ritter.

Responder
The Viper 16 de maio de 2020 - 23:54

Caramba, vc ta em todo lugar, aqui, no site de wrestling, no site de herois, caramba xD

Responder
O Homem do QI200 17 de maio de 2020 - 16:16

Amo de paixão os filmes, HQs é a minha nerdice mais forte e o wrestling é algo que quero abandonar, mas por mais que a qualidade caia, não consigo largar rssss

Responder
Diário de Rorschach 18 de maio de 2020 - 09:28

Vi numa daquelas páginas de fãs da DC, que essa dublagem não é oficial

Responder
Michael 25 de maio de 2020 - 00:27

Qual o próximo desenho da HB que vc quer ver adaptado nesse estilo? Eu torço por um novo filme do scooby com as personagens de scooby-doo: e a escola assombrada.

Responder
O Homem do QI200 25 de maio de 2020 - 11:44

Nesse estilo, Tutubarão. Eu até diria que queria ver um filme da Corrida Maluca, porém esse queria que fosse no estilo Mad Max igual nas HQ mais recente deles. Mas se sair um filme deles no formato original, também será bastante agradável.

Responder
planocritico 25 de maio de 2020 - 15:49

Esse Corrida Maluca Mad Max vale a leitura?

Abs,
Rittter.

Responder
O Homem do QI200 25 de maio de 2020 - 18:00

Então, eu curti bastante, é uma nova pegada, bem diferente, mais sombria, não lembra nem um pouco o desenho. Assim como eu gostei, conheço outros que não curtiram tanto a vibe. Se vale a pena, é difícil dizer, pois não sei se você é tão aberto a uma repaginada nos personagens, porém tem apenas 6 edições, lê a primeira edição que tu já vai beber muito do material e saberá se vai se aventurar na jornada ou não.

planocritico 26 de maio de 2020 - 15:04

Eu li o Scooby Apocalipse e achei legalzinho o primeiro volume. Vou tentar ler essa então.

Abs,
Ritter.

O Homem do QI200 26 de maio de 2020 - 21:41

Também achei legalzinho, acompanhei até a edição 13, porém dropei, tava legal, mas não ao ponto de perder muito tempo nela, além de não conseguir suportar a Daphne nessa versão.

Michael 25 de maio de 2020 - 16:35

Li o começo dessa hq mas nunca terminei, por mim podia ser uma mistura dos dois, com um vilão mandando personagens pra um futuro pós-apocalíptico (talvez o de flintstones) e os personagens teriam visuais cartunescos mas estilizados, iguais à esse filme. E o percurso mudaria, se adaptando à quem ganhou a última rodada, já imagino uma pista macabra pros irmãos pavor. E os irmãos rocha aparecendo sem serem convidados já que morariam nesse futuro pré-histórico. No final o grande vilão seria o space ghost fazendo cobertura da corrida, com seu programa de TV
:v

Responder
planocritico 26 de maio de 2020 - 15:04

Roteiro comprado!!!

Abs,
Ritter.

Beatriz Lynch 16 de maio de 2020 - 18:00

Se tem o mito Dick então deve ser bom.

Responder
planocritico 16 de maio de 2020 - 20:12

O mito está mitando aqui!

Abs,
Ritter.

Responder
Michael 16 de maio de 2020 - 16:36

Gostaria de uma nova animação do scooby com temática de mistério, mas tô animado pra esse.

Responder
planocritico 16 de maio de 2020 - 20:12

Também gostaria, mas esse longa é diferente e muito legal. Quem sabe não teremos um Scooby-Doo clássico novamente em breve?

Abs,
Ritter.

Responder
Michael 25 de maio de 2020 - 00:21

Acabei de assistir e quase chorei, sério, dá pra ver que deram muito amor à esses personagens, até o dick vigarista ganhou uma motivação mais, digamos, altruísta, sendo que ele não precisava de muito pra nos convencer de suas ambições, afinal ele é o dick vigarista, mesmo assim a conclusão do arco dele foi pura fofura vilanesca.

Responder
planocritico 25 de maio de 2020 - 00:33

Que bom que gostou, @joao_lucas_ribeiro_lopes:disqus ! Sim, parece uma animação feita com muito carinho mesmo. E o Dick ficou excelente!

Abs,
Ritter.

Responder
Michael 25 de maio de 2020 - 01:08

Quero muito ver mais desse Dick, tomara que façam filme de corrida maluca

planocritico 25 de maio de 2020 - 01:08

Seria incrível se fizessem um filme da Corrida Maluca nesse estilo!

Abs,
Ritter.

Camilo Lelis Ferreira da Silva 16 de maio de 2020 - 12:35

Caso o “Universo Cinematográfico Hanna-Barbera” faça sucesso, tenho Palpites para seus Filmes:
01- “Dick Vigarista e Mutley em suas Máquinas Voadoras” (Seria como o “Esquadrão Suicida” deste universo).
02- “A Arca de Zé Colmeia” (Uma História de origem de “Zé Colmeia e Catatau”, mas com os Personagens Animais).
03- “Harvey Homem-Pássaro, o Advogado”
04- “Roman Holidays: Os Muzzarelas”

Responder
planocritico 16 de maio de 2020 - 13:20

@camilolelisferreiradasilva:disqus , minha esposa ontem comigo vendo Ben-Hur (de 59): “seria tão legal se fizessem um filme dos Muzzarelas… Tive que pausar para morrer de rir sem atrapalhar o filme…

Abs,
Ritter.

Responder
O Homem do QI200 16 de maio de 2020 - 18:19

Filmao, esse Ben-Hur ein

Responder
planocritico 16 de maio de 2020 - 20:12

Ô se é!

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista Dos Santos 18 de maio de 2020 - 10:18

Ben-Hur é um dos meus filmes preferidos. A cena da corrida de bigas do final ate hj me impressiona!

Responder
planocritico 18 de maio de 2020 - 14:08

A cena da corrida de quadrigas (biga é coisa de amador!!!) é inacreditavelmente espetacular ao ponto de, mesmo tendo visto esse filme um caminhão de vezes ao longo da vida, eu não deixo de ficar estupefato a cada vez. Eu tento imaginar como aquilo foi colocado nas telonas – o escopo épico gigantesco e a quase imperceptível transição entre os planos gerais e os planos detalhe – e como deve ter sido o pesadelo técnico para chegar no ponto que Wyler queria.

Eu já me peguei até mesmo pensando como é que o produtor, lendo o roteiro ou o esboço de roteiro pela primeira vez não deve ter arregalado os olhos e dito algo como “vocês só podem estar de sacanagem, não é?”.

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista Dos Santos 18 de maio de 2020 - 14:09

Exatamento o q eu penso? como consguiram fazer aquilo a 50 anos atras?
E a cena do atropelamento? ate hj eu tenho a quase certeza q usaram uma pessoa de verdade ali.
E alem de tudo sou cristao, entao as cenas q Jesus aparece sempre mexem comigo.

planocritico 18 de maio de 2020 - 15:16

O atropelamento do Messala realmente parece que jogaram alguém debaixo dos cavalos. Em nenhum momento parece algo artificial, como um boneco pura e simplesmente. Chega a ser até difícil acreditar que o personagem não morreu imediatamente…

Sobre as sequências com Cristo, não tenho religião, mas elas também mexem comigo. São muito lindas, especialmente a que Cristo dá de beber para Ben-Hur e, quando o legionário vai interferir, ele não consegue sequer falar…

Abs,
Ritter.

Flavio Batista Dos Santos 18 de maio de 2020 - 21:03

É TD muito bem feito, com intensidade e sensibilidade qdo necessário.
Vou ter que ver de novo

planocritico 19 de maio de 2020 - 00:12

Esse é um daqueles filmes que vale rever anualmente!

Abs,
Ritter.

Flavio Batista Dos Santos 18 de maio de 2020 - 14:09

para mim, é mais emocionante que qq cena de corrida saida da serie Velozes e furiosos

planocritico 18 de maio de 2020 - 15:16

Não dá nem para começar a comparar!

Abs,
Ritter.

Camilo Lelis Ferreira da Silva 18 de maio de 2020 - 13:24

A Série Animada de “Os Muzzarelas (The Roman Holidays)” foi injustiçada devido à comparações com suas bem sucedidas antecessoras. Por Esta Razão, merece uma nova chance por meio de um “Filme de Animação on Demand” seja para o “HBO Max” ou “Blu-Ray/DVD”, para mostrarmos como era a Roma Antiga e, quem sabe, haver um Crossover com a WWE (os Flintstones e os Jetsons já Tiveram, né?)…

Responder
planocritico 18 de maio de 2020 - 13:55

Tomara que um dia revivam os Muzzarelas, ainda que eu ache improvável!

Abs,
Ritter.

Responder
Michael 25 de maio de 2020 - 00:27

e eu pensando que conhecia tudo da Hannah Barbera

Responder
planocritico 25 de maio de 2020 - 00:33

He, he…

Abs,
Ritter.

Responder
Michael 25 de maio de 2020 - 00:21

Os personagens que Gostaria de ver:
– Os Impossíveis;
– Os flintstones;
– Tutubarão;
– Space Ghost;
– Formiga Atômica;
– As estudantes do filme Scooby-Doo e A Escola Assombrada;
– Hex Girls do filme Scooby-Doo e A Bruxa Fantasma;
E claro, uma adaptação de corrida maluca.

Responder
planocritico 25 de maio de 2020 - 00:33

Formiga Atômica!!! Adorava isso!!!

Abs,
Ritter.

Responder
O Gambit dos x-men 16 de maio de 2020 - 10:29

Bom saber que ele funciona, diferente de certos filmes que tentaram criar um universo compartilhado em um só filme…cof cof a múmia cof cof

Responder
planocritico 16 de maio de 2020 - 13:20

Caaaaaara, confesso que fiquei olhando por alguns segundos para o seu “A Múmia” antes de me tocar do que você estava falando…

Nem dá para comparar. SCOOBY! é infinitamente superior!!!

Abs,
Ritter.

Responder
O Gambit dos x-men 16 de maio de 2020 - 18:37

A proposta dos filmes eram a mesma, e esse era o meu medo, de ser uma tentativa falha de criar um universo compartilhado, mas graças a Deus o filme é bom! Kkkkkk

Responder
planocritico 16 de maio de 2020 - 20:12

O negócio certeiro é que, em Scooby!, eles tiveram foco. Não saíram atirando completamente para todos os lados.

Abs,
Ritter.

Responder
José Victor Batista 16 de maio de 2020 - 09:59

Eu não fazia ideia de que o Dick Vigarista estava no filme! Agora ganhou minha atenção.
♫ Pegue o pombo, pegue o pombo ♫

Responder
planocritico 16 de maio de 2020 - 13:20

O Dick Vigarista é demais!!! E eu adorava essa animação do pombo!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Beatriz Lynch 16 de maio de 2020 - 18:00

No fim ele nunca pegou o maldito pombo, fico pensando que cogumelos eles comeram quando criaram isso mas que era bacana era kkkkk

Responder
planocritico 16 de maio de 2020 - 20:12

HAHAHAHAHAHHAAHAH

Sem dúvida! Esses desenhos eram muito legais! E você sabia que só havia dois dubladores nessa animação do pombo? Era o Paul Winchell como Dick Vigarista e o incrível Don Messick para TODAS as outras vozes e sons, incluindo a risada do Mutley!

Abs,
Ritter.

Responder
GENIO PLAYBOY E SAFADÃO VOLTOU 16 de maio de 2020 - 22:50

Peraí, oq??? Comassim gente.

planocritico 17 de maio de 2020 - 02:18

Sim. Messick era um gênio da voz em animações. Tanto que ele ganha uma baita homenagem em SCOOBY!

Abs,
Ritter.

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