Home FilmesCríticas Crítica | X-Men: Apocalipse (Com Spoilers)

Crítica | X-Men: Apocalipse (Com Spoilers)

por Matheus Fragata
446 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 3,5

Obs: confira nossa crítica sem spoilers!
Obs2: leia somente após ter conferido ao filme.

A Fox e sua Caixa de Pandora

O gênero de super-heróis no cinema deve muito a Bryan Singer, um dos maiores responsáveis pela retomada ao lado de Sam Raimi. É simples se recordarmos um pouco da História escrita desde os anos 1970 quando Richard Donner e Christopher Reeve mostraram que o homem podia sim voar. Entretanto, após dois grandes filmes, o gênero viu o quão ruim poderiam ser seus filmes. Ainda que houvesse algum sopro de esperança com os Batman de Tim Burton, os super-heróis foram linchados por verdadeiras bombas com os dois últimos filmes nos quais Reeve encarnou Superman, além da chegada do nêmese do gênero – a infame fase de Joel Schumacher na direção dos últimos Batman dos anos 1990.

Em 1998, apesar de irregular, a chegada de Blade aos cinemas ofereceu nova chance para realizarem um trabalho ótimo com super-heróis na sétima arte. Isso aconteceu dois anos depois, em 2000 com o primeiro filme dos X-Men comandado por um suspeito Bryan Singer. O sucesso foi estrondoso para um blockbuster considerado barato – 70 milhões de dólares. De um modo ou de outro, Singer e seus ex-humanos deram segurança para outros estúdios investirem em adaptações próprias revirando o baú dos direitos autorais de uma infinidade de heróis que a Marvel havia vendido nos anos 1990 para não ir à bancarrota.

Ao mesmo tempo que recebemos obras excelentes como Homem-Aranha, Homem-Aranha 2, 300, Batman Begins, O Cavaleiro das Trevas, Watchmen, Homem de Ferro e Hellboy 2, muitas obras abomináveis conheceram a luz do dia também. A grande ironia se dá justamente com a Fox, o estúdio que apostou em Singer duas vezes culminando no ápice da franquia com o praticamente impecável X2, também foi o responsável por trazer os filmes mais vergonhosos da década passada. A lista é longa: X-Men: O Confronto Final, Wolverine: Origens, Elektra, Demolidor, A Liga Extraordinária e os dois Quarteto Fantástico. Uma bizarra própria Caixa de Pandora onde foi a Esperança quem escapou primeiro.

Custou quase uma década inteira de trapalhadas constantes do estúdio com seus mutantes para enfim chamarem Bryan Singer de volta a casa. Nascido do marketing reverso, X-Men: Primeira Classe conseguiu surpreender a todos que já estavam para lá de descrentes com os rumos podres que a franquia estava tomando. A solução definitiva veio com Dias de Um Futuro Esquecido, um filme reboot que teve sucesso em juntar as duas linhas temporais para apagar quase tudo o que havia sido feito até então. O diretor conseguiu o impossível em solucionar tantos problemas, ainda que criando mais alguns para si, convenientemente esquecidos neste X-Men: Apocalipse.

Pela segunda vez nesse primeiro semestre de 2016, temos mais um longa do gênero que foi muito mal recebido pela crítica internacional e que dividirá o público com toda a certeza. Seguindo a tradição formada, fui cometido de tremenda simpatia por Apocalipse, mas admito que a interpretação que trata esse filme com desdém também tem sua parcela de razão.

A grosso modo, há um repeteco de dramas e situações já vistas nos outros sete filmes X-Men. Isso pode irritar quem tem uma memória invejável, porém, ao mesmo tempo, é uma aventura que fundamenta definitivamente a história de origem da equipe mutante enquanto trabalha com a possibilidade do universo paralelo originado graças aos eventos de DOFP. Muito do drama típico dos X-Men é deixado de lado dando vez para mais humor. Os eventos apocalípticos também têm um peso muito menor. Ao fim do filme, parece que vivem em uma utopia com poucos homens e mutantes maus. Essa mudança de ares agradará alguns e certamente deixará outros bastante decepcionados.

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76 comentários

Gustavo Amaro Tavarez Nada 11 de setembro de 2016 - 02:09

Cadê o Entenda Melhor | X-Men: Apocalipse Referências, Easter-eggs e Cenas Pós-Créditos deste filme? só achei essa matéria. cade a que fala todos os detalhes como o de todos os filmes vocês tem? estou querendo da uma lida para tirar umas duvidas que tenho. vlw se conseguirem deixar o link aqui agradeço.

Responder
Gustavo Amaro Tavarez Nada 11 de setembro de 2016 - 02:09

Cadê o Entenda Melhor | X-Men: Apocalipse Referências, Easter-eggs e Cenas Pós-Créditos deste filme? só achei essa matéria. cade a que fala todos os detalhes como o de todos os filmes vocês tem? estou querendo da uma lida para tirar umas duvidas que tenho. vlw se conseguirem deixar o link aqui agradeço.

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planocritico 12 de setembro de 2016 - 14:57

@gustavoamarotavareznada:disqus , infelizmente, na época de lançamento do filme não tínhamos ninguém disponível para fazer o artigo e deixamos passar esse Entenda Melhor. Mas se tiver alguma dúvida, mande-as que responderemos!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de setembro de 2016 - 14:57

@gustavoamarotavareznada:disqus , infelizmente, na época de lançamento do filme não tínhamos ninguém disponível para fazer o artigo e deixamos passar esse Entenda Melhor. Mas se tiver alguma dúvida, mande-as que responderemos!

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo Amaro Tavarez Nada 12 de setembro de 2016 - 15:50

Eu não me Lembro de todas agora poderia ser que eu me lembrasse de alguma quando lê-se a matéria.
uma duvida é no final de filme dias do futuro esquecido wolverine num é resgatado por mistica que se passa pelo major stryker e como é que no X-Men apocalipse ele está preso pelo major de verdade e passa pelo experimento X ? aquela aparição no final num foi a mistica que os olhos dela brilham?

Responder
Gustavo Amaro Tavarez Nada 12 de setembro de 2016 - 15:50

Eu não me Lembro de todas agora poderia ser que eu me lembrasse de alguma quando lê-se a matéria.
uma duvida é no final de filme dias do futuro esquecido wolverine num é resgatado por mistica que se passa pelo major stryker e como é que no X-Men apocalipse ele está preso pelo major de verdade e passa pelo experimento X ? aquela aparição no final num foi a mistica que os olhos dela brilham?

Responder
Régis Valker 17 de julho de 2016 - 16:25

Execelente critica. So semana passada vi o filme e gostei bastante da obra.
Só que o que me deixa muito triste são erros de contradiçao quando se envolvem pessoas com poderes.
O mercurio (meu personagem favorito no filme) foi sensacional nas suas cenas,mas deixou a desejar na cena contra o “Deus”. Houve uma certa contradiçao na sua velocidade quando ele é pego e tenta dar um soco, visto que ele praticamente ve o tempo parado.
Houve tambem o erro de quando estao presos na ala militar ( se perceber hank esta azul) e a mistica é a unica usando seus poderes.

Responder
Régis Valker 17 de julho de 2016 - 16:25

Execelente critica. So semana passada vi o filme e gostei bastante da obra.
Só que o que me deixa muito triste são erros de contradiçao quando se envolvem pessoas com poderes.
O mercurio (meu personagem favorito no filme) foi sensacional nas suas cenas,mas deixou a desejar na cena contra o “Deus”. Houve uma certa contradiçao na sua velocidade quando ele é pego e tenta dar um soco, visto que ele praticamente ve o tempo parado.
Houve tambem o erro de quando estao presos na ala militar ( se perceber hank esta azul) e a mistica é a unica usando seus poderes.

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Willian Alves de Almeida 3 de julho de 2016 - 06:02

Crítica excelente, o Matheus é sempre muito detalhista nelas. E cadê a opinião do mestre do Universo Marvel @Ritterfan? Ele não conseguiu ver o filme? (Algo normal, viso que só no momento que faço esse comentário que acabei de ver o filme).

Abraço, Willian

Responder
planocritico 3 de julho de 2016 - 18:01

@willianalvesdealmeida:disqus , cara, pior é que não consegui assistir ao filme ainda! Mas corrigirei essa falha em breve e faço meus comentários!

Abs,
Ritter

Responder
planocritico 3 de julho de 2016 - 18:01

@willianalvesdealmeida:disqus , cara, pior é que não consegui assistir ao filme ainda! Mas corrigirei essa falha em breve e faço meus comentários!

Abs,
Ritter

Responder
Willian Alves de Almeida 3 de julho de 2016 - 06:02

Crítica excelente, o Matheus é sempre muito detalhista nelas. E cadê a opinião do mestre do Universo Marvel @Ritterfan? Ele não conseguiu ver o filme? (Algo normal, viso que só no momento que faço esse comentário que acabei de ver o filme).

Abraço, Willian

Responder
jbrafael 8 de junho de 2016 - 17:55

O filme é bom, mas ainda prefiro X-men 2 e Primeira Classe.
Também gostaria de ver outros diretores assumindo. Acho que Singer já deu o que tinha que dar.

Responder
jbrafael 8 de junho de 2016 - 17:55

O filme é bom, mas ainda prefiro X-men 2 e Primeira Classe.
Também gostaria de ver outros diretores assumindo. Acho que Singer já deu o que tinha que dar.

Responder
R. Bertini 30 de maio de 2016 - 11:16

Ótima crítica como sempre, e quanto ao filme, eu achei bom até. Eu gostei, pois sou um dos que foram sem expectativa nenhuma, apenas para me entreter.

E uma pergunta, o que você achou da cena pós-créditos?

Responder
Matheus Fragata 31 de maio de 2016 - 23:34

Muito obrigado, Bertini! Sobre a cena, achei ok apenas. Serve de conexão para o Wolverine 3 e X-Force. Veremos o que vem por aí. Abs!

Responder
Matheus Fragata 31 de maio de 2016 - 23:34

Muito obrigado, Bertini! Sobre a cena, achei ok apenas. Serve de conexão para o Wolverine 3 e X-Force. Veremos o que vem por aí. Abs!

Responder
R. Bertini 1 de junho de 2016 - 11:33

Eu me arrependi de ter ficado esperando até o fim, apenas para ver aquilo kkk. Mas valeu !

Responder
R. Bertini 1 de junho de 2016 - 11:33

Eu me arrependi de ter ficado esperando até o fim, apenas para ver aquilo kkk. Mas valeu !

Responder
Matheus Fragata 1 de junho de 2016 - 13:32

É, para quem tá acostumado com os pós créditos da Marvel Studios, realmente, a comparação é justa hahaha.

Responder
Matheus Fragata 1 de junho de 2016 - 13:32

É, para quem tá acostumado com os pós créditos da Marvel Studios, realmente, a comparação é justa hahaha.

Responder
R. Bertini 30 de maio de 2016 - 11:16

Ótima crítica como sempre, e quanto ao filme, eu achei bom até. Eu gostei, pois sou um dos que foram sem expectativa nenhuma, apenas para me entreter.

E uma pergunta, o que você achou da cena pós-créditos?

Responder
Rafha 30 de maio de 2016 - 02:48

Ótima analise critica do filme, eu fui com expectativa zero então não teria motivos para me decepcionar. Como fã de Fassbender e McAvoy nos papéis, recebi novamente excelentes momentos de ambos.
Um momento que não foi comentando talvez não tenha sido percebido pela maioria mas que na hora reparei e achei sensacional é quando Magneto resolve “trair” o Apocalipse e salvar seus amigos, ele joga duas barras compridas de Metal entre o vilão e os mutantes para impedi-lo, as barras formam um imenso X, achei sutil, demais! Ali deixa claro o lado que o Magneto escolhe.

Responder
Rafha 30 de maio de 2016 - 02:48

Ótima analise critica do filme, eu fui com expectativa zero então não teria motivos para me decepcionar. Como fã de Fassbender e McAvoy nos papéis, recebi novamente excelentes momentos de ambos.
Um momento que não foi comentando talvez não tenha sido percebido pela maioria mas que na hora reparei e achei sensacional é quando Magneto resolve “trair” o Apocalipse e salvar seus amigos, ele joga duas barras compridas de Metal entre o vilão e os mutantes para impedi-lo, as barras formam um imenso X, achei sutil, demais! Ali deixa claro o lado que o Magneto escolhe.

Responder
Diogo Maia 25 de maio de 2016 - 02:08

Cheguei do cinema agora louco para escrever minhas observações aqui, mas depois de ler esse texto é impossível acrescentar mais algumas coisa. Só tenho que comentar a respeito da minha percepção do filme que foi bem positiva. Fui pensando que iria assistir uma bomba, como estavam propagando pela internet, principalmente os sites gringos, mas pelo contrário, X-Men – Apocalipse até que é um bom divertimento. Não é superior aos últimos dois longas, mas está longe de ser esse fracasso retumbante que os haters teimam em afirmar.

Nota 7, muito satisfatório. Vale a pena demais conferir este aqui na tela grande.

Responder
Diogo Maia 25 de maio de 2016 - 02:08

Cheguei do cinema agora louco para escrever minhas observações aqui, mas depois de ler esse texto é impossível acrescentar mais algumas coisa. Só tenho que comentar a respeito da minha percepção do filme que foi bem positiva. Fui pensando que iria assistir uma bomba, como estavam propagando pela internet, principalmente os sites gringos, mas pelo contrário, X-Men – Apocalipse até que é um bom divertimento. Não é superior aos últimos dois longas, mas está longe de ser esse fracasso retumbante que os haters teimam em afirmar.

Nota 7, muito satisfatório. Vale a pena demais conferir este aqui na tela grande.

Responder
Batman 23 de maio de 2016 - 22:07

Olha, pessoalmente, eu gostei do filme, ele me surpreendeu, eu não esperava muito dele. O Apocalipse ao meu ver, foi até um bom vilão! Impotente e destruidor!
A cena do Mercúrio foi melhor que a de Dias de Um Futuro Esquecido que eu já tinha gostado!
Noturno estava bem divertido, Jean poderosa, Ciclope estava legal também. A Mística, não teve nem tanta importância assim, eu fiquei com medo de ela tirar o destaque dos outros mutantes, mas ainda bem que não ocorreu!
Psylocke merecia mais destaque, mas ficou por aquilo mesmo, Tempestade, mais ou menos, Anjo foi praticamente inútil. Professor e Magneto, como sempre, bem representados!

Responder
Madex 20 de junho de 2016 - 12:01

Muitos “coadjuvantes” de luxo. Botaram só mutantes importantes e conhecidos para fazerem papéis de “capanga”. O Magneto, que é um dos principais na mitologia cinematográfica foi muito bem desenvolvido (apesar de muitíssimo repetitivo, acho que poderiam deixar essa dúvida dele de “de que lado ficar” de lado e ele só ser um cara que discorda do Charlie, mas que sob uma ameaça comum une forças). Já os outros, deixaram uma sensação esquisita. Acho que seria melhor se tivessem usado mutantes menos conhecidos.

Responder
Madex 20 de junho de 2016 - 12:01

Muitos “coadjuvantes” de luxo. Botaram só mutantes importantes e conhecidos para fazerem papéis de “capanga”. O Magneto, que é um dos principais na mitologia cinematográfica foi muito bem desenvolvido (apesar de muitíssimo repetitivo, acho que poderiam deixar essa dúvida dele de “de que lado ficar” de lado e ele só ser um cara que discorda do Charlie, mas que sob uma ameaça comum une forças). Já os outros, deixaram uma sensação esquisita. Acho que seria melhor se tivessem usado mutantes menos conhecidos.

Responder
Batman 23 de maio de 2016 - 22:07

Olha, pessoalmente, eu gostei do filme, ele me surpreendeu, eu não esperava muito dele. O Apocalipse ao meu ver, foi até um bom vilão! Impotente e destruidor!
A cena do Mercúrio foi melhor que a de Dias de Um Futuro Esquecido que eu já tinha gostado!
Noturno estava bem divertido, Jean poderosa, Ciclope estava legal também. A Mística, não teve nem tanta importância assim, eu fiquei com medo de ela tirar o destaque dos outros mutantes, mas ainda bem que não ocorreu!
Psylocke merecia mais destaque, mas ficou por aquilo mesmo, Tempestade, mais ou menos, Anjo foi praticamente inútil. Professor e Magneto, como sempre, bem representados!

Responder
Helton Felix 23 de maio de 2016 - 10:48

Só eu achei o filme horrível? MT blá-blá-blá, falas óbvias, subestimando a inteligência do telespectador. Sério o pior filme de héreis que eu assisti até agora.

Responder
Helton Felix 23 de maio de 2016 - 10:48

Só eu achei o filme horrível? MT blá-blá-blá, falas óbvias, subestimando a inteligência do telespectador. Sério o pior filme de héreis que eu assisti até agora.

Responder
Madex 20 de junho de 2016 - 12:13

Pra mim o filme estava bom até irem pra batalha final, que achei muito chata, grande demais e repetitiva. Os dramas todos muito manjados: Magneto não se decide que lado tomar, Jean mais uma vez lutando pra se conter e no final é a fênix que salva (ou não). Até a metade do filme eu estava muito feliz, mas depois encheu mesmo.

Responder
Madex 20 de junho de 2016 - 12:13

Pra mim o filme estava bom até irem pra batalha final, que achei muito chata, grande demais e repetitiva. Os dramas todos muito manjados: Magneto não se decide que lado tomar, Jean mais uma vez lutando pra se conter e no final é a fênix que salva (ou não). Até a metade do filme eu estava muito feliz, mas depois encheu mesmo.

Responder
Cine Survivor 23 de maio de 2016 - 08:59

Olha lá, mais um excelente texto desse Matheus.
Gostei muito do filme, mas reconheço a maioria de seus defeitos, apontados cirurgicamente aqui na crítica.
Achei que faltou também uma abordagem diferente para as aparições do vilão junto de seus cavaleiros. Do jeito que ficou no filme, não casou muito impacto em nenhuma situação, além de soar repetitivo.
A sua análise da fotografia é realmente impressionante. Você é um dos poucos críticos no país que vejo falar do assunto com tamanha propriedade e exatidão.

Comparando esse com os demais filmes dessa 2a trilogia, achei inferior ao First Class e empatado com DOFP.
Agora os futuros filmes prometem grandes histórias, além de mais fidelidade às HQs (pelo menos nos trajes coloridos rsrs).

Abraço!

Responder
Matheus Fragata 25 de maio de 2016 - 13:37

Muito obrigado, Cine! Sempre uma satisfação receber um comentário seu. Sim, o núcleo do antagonista precisava de mais atenção e situações mais interessantes. Tudo ficou sucateado, jogado de lado. Ah, hahaha, muito obrigado mesmo. Sempre tento colocar nos meus textos quando noto que o fotógrafo e o diretor bolaram uma metáfora visual interessante. Agora valorizo ainda mais já que esse campo tem se tornado cada vez mais estéril e pouco imaginativo. Eu que sou especializado nisso, fico triste com esse tipo de abordagem atual.

Esperamos então filmes melhores hahha.

Abraços!

Responder
Matheus Fragata 25 de maio de 2016 - 13:37

Muito obrigado, Cine! Sempre uma satisfação receber um comentário seu. Sim, o núcleo do antagonista precisava de mais atenção e situações mais interessantes. Tudo ficou sucateado, jogado de lado. Ah, hahaha, muito obrigado mesmo. Sempre tento colocar nos meus textos quando noto que o fotógrafo e o diretor bolaram uma metáfora visual interessante. Agora valorizo ainda mais já que esse campo tem se tornado cada vez mais estéril e pouco imaginativo. Eu que sou especializado nisso, fico triste com esse tipo de abordagem atual.

Esperamos então filmes melhores hahha.

Abraços!

Responder
Ricardo Correa 25 de junho de 2016 - 15:13

Tem gente que pode não ser tão nerd ou ter a obrigação de ser – e pode nao entender inglês ou talvez até nem precisar – não? Days of future past ? chique – mas creio pouco informativo …desculpe.

Responder
Ricardo Correa 25 de junho de 2016 - 15:13

Tem gente que pode não ser tão nerd ou ter a obrigação de ser – e pode nao entender inglês ou talvez até nem precisar – não? Days of future past ? chique – mas creio pouco informativo …desculpe.

Responder
Cine Survivor 23 de maio de 2016 - 08:59

Olha lá, mais um excelente texto desse Matheus.
Gostei muito do filme, mas reconheço a maioria de seus defeitos, apontados cirurgicamente aqui na crítica.
Achei que faltou também uma abordagem diferente para as aparições do vilão junto de seus cavaleiros. Do jeito que ficou no filme, não casou muito impacto em nenhuma situação, além de soar repetitivo.
A sua análise da fotografia é realmente impressionante. Você é um dos poucos críticos no país que vejo falar do assunto com tamanha propriedade e exatidão.

Comparando esse com os demais filmes dessa 2a trilogia, achei inferior ao First Class e empatado com DOFP.
Agora os futuros filmes prometem grandes histórias, além de mais fidelidade às HQs (pelo menos nos trajes coloridos rsrs).

Abraço!

Responder
Helder Zemo 22 de maio de 2016 - 04:36

O Quase Apocalipse dos X Men

Desde criança, quando sofria com bullings e perseguições (quem nunca) sempre achava motivação pra seguir em frente nos X men, seres com habilidade fantasticas, os caras legais, que sempre eram perseguidos e mortos pelos humanos que juraram defender, achava tragico isso, afinal como alguem pode julgar os mutantes por alguns maus elementos liderados por Magneto, Mistica e cia?? quando assisti o primeiro XMen, vi que Brian Singer pos naquele filme tudo que eu lia nos quadrinhos e assistia na tv, a diversidade, a busca pela aceitação, como marcas do passado podem alterar a nossa natureza e etc…, o segundo filme foi otimo, trouxe novidade, um vilao com motivaçoes fortes, alianças duvidosas entre Magneto e os XMen, um roteiro redondo sem duvida, que da espaço pra varios personagens ter suas chances, ai veio o terceiro filme, uma bagunça, minha maior decepção nos cinemas, jurei nunca mais ver os Xmen nos cinemas, algo que Mathew Vaugh me fez voltar atras com seu brilhante XMen Primeira Classe, e bom, sobre esse filme novo eu tenho a dizer que se ainda fosse criança, minha promessa voltaria a ter efeito…
O filme e uma bagunça, ele faz a mesma coisa que BvS fez, mas ele consegue se sair um tiquinho de nada pior, seu vilão que da titulo ao filme é pessimo, pra nao dizer quase tão apatico quanto aquele boneco de colisão do Quarteto Fantastico 2015, suas motivações sao inexistentes, e pior, ele repete seu discurso mais raso que um pires durante umas 10 vezes no filme, um verdadeiro disco arranhado “tudo que eles construiram vai cair…. ah cara me da um tiro logo velhinho kkk” a comparação que o filme faz com ele para com Apolo, num dialogo em um filme numa tv onde Apolo e Afrodite parecem ter uma DR é a coisa mais sem sutileza e brega que ja vi no cinema, fora o voice over da cena da tv quando ele transforma a tempestade em sua cavaleira com sua voz irritante que nao me deixa mentir, o tratamento de um Anti Cristo dado ao Apocalipse foi muito brega e nao colou, eu nunca seguiria um cara daquele nem ferrando, entao o poder dele de controle mental faria mais sentido do que aquele discurso vazio e barato, fora o visual dele que me fez lembrar o Ivan Ooze durante sei la… durante o filme todo, fora a gargalhada que dei quando ele gritou igual um vilao dos Rangers numa cena, as caras e bocas do Oscar Isaac que nao ajudam em nada e me fazem lamentar por ele, acho ele um ator talentosisimo, mas igual ao Eddie Redmayne em Jupiter Ascending, caiu em um mal papel. e o que dizer dos seus cavaleiros, fora o Magneto, nenhum tem real motivo para seguir esse cara, fora que o papel deles no filme fica raso, a Psylocke e muito boa visualmente, mas como personagem esquece, fala meia duzia de frases e so, o Anjo e aquele cara hardcore que curte rock, mas tbm raso, quase sem funçao nenhuma no filme, a Tempestade e uma contradição do roteiro, como uma mina que se inspira numa heroina se trona apoiadora de um genocida tao rapido? Ja Magneto tem um bom arco dramatico, cliche e repetitivo, mas a interpretação do Fassbender e a ligação que temos com o personagem faz esse arco ser interessante, porem que funcionaria melhor se o personagem nao tivesse ficado de coadjuvante e escanteado por um vilao tao ruim igual esse Apocalipse, um verdadeiro disperdicio, me faz pensar que um filme com Magneto juntando sua Irmandade de Mutantes seria mjuito melhor, mas parece que os produtores do filme não sabem o que fazer com o personagem, dado o final do filme…
Vamos falar a real, o protagonismo da Mistica incomoda, vemos claramente que o fator JLaw superstar esta na frente e muito da personagem, a uma repetição de citações ao que aconteceu em Washington que cansam, a maquiagem da mistica piorou e muito do nivel que era quando era a Rebbeca Romijin, parece mais uma roupa e a maquiagem e so no rosto, diferente do nivel de detalhes e relevos que tinha a mistica na trilogia anterior e pior que a dos ultimos dois filmes, fora que cagaram o desenvolvimento de uma personagem, de uma que tem orgulho de estar azul pra uma que por um motivo besta nao fica assim quase o filme inteiro, um disperdicio de tempo com tantos os outros personagens que seriam melhores. Noturno, Jean Grey, Ciclope (que ganha um tratamento digno de futuro lider dos xmen finalmente), Xavier, o Flash..ops Mercurio e o ja citado Magneto fazem com que o filme nao seja um fracasso total, porem o desenvolvimento do Noturno ganha pouco tempo, e um personagem interessante, mas que funciona mais como um alivio comico do que qualquer coisa e pelo uso de seus poderes pra que encaixar certas coisas na narrativa, o Flash platinado tem mais participação no filme, o Evan Peters e muito carismatico, a cena repeteco dele e muito boa, a unica cena de ação que realmente nao parece generica no filme, mas a duração, o fato de ja termos visto isso antes e o abafamento da morte de um certo personagem durante a sequencia sao os fatores negativos, mas de resto…so alegria. o futuro romance Jean e Scott e algo sutil no filme, apesar daquela coisa cliche da Jean estar quase em todo lugar convenientemente que o Scott no começo como um mecanismo de aproxima los, é legal as pequenas pinceladas que o filme da (inclusive na cena com o Wolverine), os dois tem uma quimica boa, os poderes da Jean que sao um probleminha la no final, derrepente, do nada, vemos a Jean Grey como um lutador de video game que “estoura” um especial, usando a força Fenix pra derrotar o Abobalipse, mas assim, o filme nao introduziu a força fenix de uma forma adequada, deixando a cena final, o climax mais sem inspiração que eu ja vi, ainda mais confuso, mais um recurso conveniente e que abusa da suspensão de descrença
Antes de terminar, aparição do Wolverine, apesar de ter todo aquele clima de filme de monstro, e mais um fan service do que qualquer coisa, seria legal ver o wolverine liderando os XMen que a Mistica, ve lo o filme todo, mas enfim essa e a minha opiniao
Resumindo: Xmen: Apocalipse é quase um desastre completo, nao parece ser dirigido pela Singer, parece uma trama a la filme do Roland Emmerich, sai toda a carga filosofica e etica nos Xmen para um blockbuster onde o cerebro tem que ser desligado pra funcionar , seu vilão é sem proposito e muito unidimensional, ha um excesso de CGI de destruição de cidade que fazem lembrar Transformers 4, seu roteiro é confuso, sua ação é generica e pobre, seu roteiro e cliche e previsivel, sua direção e sem inspiração e totalmente no piloto automatico, uma pena um diretor de um filme tão inovador como Os Suspeitos ter si tornado apenas uma copia de si mesmo, e como ja diria Picasso “Copiar a si mesmo é patetico”, porém, no fundo o filme pode ser um belo ponto de partida para os Xmen no cinema, mas que arrumem outro diretor.

Nota: 2/5

Responder
Helder Zemo 22 de maio de 2016 - 04:36

O Quase Apocalipse dos X Men

Desde criança, quando sofria com bullings e perseguições (quem nunca) sempre achava motivação pra seguir em frente nos X men, seres com habilidade fantasticas, os caras legais, que sempre eram perseguidos e mortos pelos humanos que juraram defender, achava tragico isso, afinal como alguem pode julgar os mutantes por alguns maus elementos liderados por Magneto, Mistica e cia?? quando assisti o primeiro XMen, vi que Brian Singer pos naquele filme tudo que eu lia nos quadrinhos e assistia na tv, a diversidade, a busca pela aceitação, como marcas do passado podem alterar a nossa natureza e etc…, o segundo filme foi otimo, trouxe novidade, um vilao com motivaçoes fortes, alianças duvidosas entre Magneto e os XMen, um roteiro redondo sem duvida, que da espaço pra varios personagens ter suas chances, ai veio o terceiro filme, uma bagunça, minha maior decepção nos cinemas, jurei nunca mais ver os Xmen nos cinemas, algo que Mathew Vaugh me fez voltar atras com seu brilhante XMen Primeira Classe, e bom, sobre esse filme novo eu tenho a dizer que se ainda fosse criança, minha promessa voltaria a ter efeito…
O filme e uma bagunça, ele faz a mesma coisa que BvS fez, mas ele consegue se sair um tiquinho de nada pior, seu vilão que da titulo ao filme é pessimo, pra nao dizer quase tão apatico quanto aquele boneco de colisão do Quarteto Fantastico 2015, suas motivações sao inexistentes, e pior, ele repete seu discurso mais raso que um pires durante umas 10 vezes no filme, um verdadeiro disco arranhado “tudo que eles construiram vai cair…. ah cara me da um tiro logo velhinho kkk” a comparação que o filme faz com ele para com Apolo, num dialogo em um filme numa tv onde Apolo e Afrodite parecem ter uma DR é a coisa mais sem sutileza e brega que ja vi no cinema, fora o voice over da cena da tv quando ele transforma a tempestade em sua cavaleira com sua voz irritante que nao me deixa mentir, o tratamento de um Anti Cristo dado ao Apocalipse foi muito brega e nao colou, eu nunca seguiria um cara daquele nem ferrando, entao o poder dele de controle mental faria mais sentido do que aquele discurso vazio e barato, fora o visual dele que me fez lembrar o Ivan Ooze durante sei la… durante o filme todo, fora a gargalhada que dei quando ele gritou igual um vilao dos Rangers numa cena, as caras e bocas do Oscar Isaac que nao ajudam em nada e me fazem lamentar por ele, acho ele um ator talentosisimo, mas igual ao Eddie Redmayne em Jupiter Ascending, caiu em um mal papel. e o que dizer dos seus cavaleiros, fora o Magneto, nenhum tem real motivo para seguir esse cara, fora que o papel deles no filme fica raso, a Psylocke e muito boa visualmente, mas como personagem esquece, fala meia duzia de frases e so, o Anjo e aquele cara hardcore que curte rock, mas tbm raso, quase sem funçao nenhuma no filme, a Tempestade e uma contradição do roteiro, como uma mina que se inspira numa heroina se trona apoiadora de um genocida tao rapido? Ja Magneto tem um bom arco dramatico, cliche e repetitivo, mas a interpretação do Fassbender e a ligação que temos com o personagem faz esse arco ser interessante, porem que funcionaria melhor se o personagem nao tivesse ficado de coadjuvante e escanteado por um vilao tao ruim igual esse Apocalipse, um verdadeiro disperdicio, me faz pensar que um filme com Magneto juntando sua Irmandade de Mutantes seria mjuito melhor, mas parece que os produtores do filme não sabem o que fazer com o personagem, dado o final do filme…
Vamos falar a real, o protagonismo da Mistica incomoda, vemos claramente que o fator JLaw superstar esta na frente e muito da personagem, a uma repetição de citações ao que aconteceu em Washington que cansam, a maquiagem da mistica piorou e muito do nivel que era quando era a Rebbeca Romijin, parece mais uma roupa e a maquiagem e so no rosto, diferente do nivel de detalhes e relevos que tinha a mistica na trilogia anterior e pior que a dos ultimos dois filmes, fora que cagaram o desenvolvimento de uma personagem, de uma que tem orgulho de estar azul pra uma que por um motivo besta nao fica assim quase o filme inteiro, um disperdicio de tempo com tantos os outros personagens que seriam melhores. Noturno, Jean Grey, Ciclope (que ganha um tratamento digno de futuro lider dos xmen finalmente), Xavier, o Flash..ops Mercurio e o ja citado Magneto fazem com que o filme nao seja um fracasso total, porem o desenvolvimento do Noturno ganha pouco tempo, e um personagem interessante, mas que funciona mais como um alivio comico do que qualquer coisa e pelo uso de seus poderes pra que encaixar certas coisas na narrativa, o Flash platinado tem mais participação no filme, o Evan Peters e muito carismatico, a cena repeteco dele e muito boa, a unica cena de ação que realmente nao parece generica no filme, mas a duração, o fato de ja termos visto isso antes e o abafamento da morte de um certo personagem durante a sequencia sao os fatores negativos, mas de resto…so alegria. o futuro romance Jean e Scott e algo sutil no filme, apesar daquela coisa cliche da Jean estar quase em todo lugar convenientemente que o Scott no começo como um mecanismo de aproxima los, é legal as pequenas pinceladas que o filme da (inclusive na cena com o Wolverine), os dois tem uma quimica boa, os poderes da Jean que sao um probleminha la no final, derrepente, do nada, vemos a Jean Grey como um lutador de video game que “estoura” um especial, usando a força Fenix pra derrotar o Abobalipse, mas assim, o filme nao introduziu a força fenix de uma forma adequada, deixando a cena final, o climax mais sem inspiração que eu ja vi, ainda mais confuso, mais um recurso conveniente e que abusa da suspensão de descrença
Antes de terminar, aparição do Wolverine, apesar de ter todo aquele clima de filme de monstro, e mais um fan service do que qualquer coisa, seria legal ver o wolverine liderando os XMen que a Mistica, ve lo o filme todo, mas enfim essa e a minha opiniao
Resumindo: Xmen: Apocalipse é quase um desastre completo, nao parece ser dirigido pela Singer, parece uma trama a la filme do Roland Emmerich, sai toda a carga filosofica e etica nos Xmen para um blockbuster onde o cerebro tem que ser desligado pra funcionar , seu vilão é sem proposito e muito unidimensional, ha um excesso de CGI de destruição de cidade que fazem lembrar Transformers 4, seu roteiro é confuso, sua ação é generica e pobre, seu roteiro e cliche e previsivel, sua direção e sem inspiração e totalmente no piloto automatico, uma pena um diretor de um filme tão inovador como Os Suspeitos ter si tornado apenas uma copia de si mesmo, e como ja diria Picasso “Copiar a si mesmo é patetico”, porém, no fundo o filme pode ser um belo ponto de partida para os Xmen no cinema, mas que arrumem outro diretor.

Nota: 2/5

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Kimaris 21 de maio de 2016 - 23:49

O que mais me decepcionou nesse filme foi o Apocalipse. A ideia dele ser uma figura messiânica e que consegue convencer as pessoas apenas com palavras e vindo como um alívio emocional para os desamparados é foda! Porém tem um excesso fodido de discurso, ele se alonga demais até ficar repetitivo e chato, os discursos não parecem muito verossímeis/reais ao ponto de convencer alguém.

Ele discursava sempre falando que todos os mutantes são seus filhos e quando o Anjo caí, ele o chama de inútil? Porra, eu sei que é a típica hipocrisia do vilão, mas poderia ter vindo algo tão interessante daí… O Apocalipse olhando com um semblante triste pro corpo do Anjo e murmura ”meu filho…”, ficando puto e indo raivoso pra cima dos X-men. Sei que o filme quer dar aquele contraponto entre o ”pai” que realmente ama seus filhos e o que só diz que ama, porém quantas vezes isso não é feito? Eles poderiam ter colocado que ambos amam seus filhos porém demonstram e querem o bem dos mesmos de formas diferentes.

Eu seria achado tão interessante se o Xavier e o Apocalipse naquela luta mental bem foda, eles discutissem meio o que é ser pai, um líder e porquê eles discordam dos métodos um do outro.

Responder
Kimaris 21 de maio de 2016 - 23:49

O que mais me decepcionou nesse filme foi o Apocalipse. A ideia dele ser uma figura messiânica e que consegue convencer as pessoas apenas com palavras e vindo como um alívio emocional para os desamparados é foda! Porém tem um excesso fodido de discurso, ele se alonga demais até ficar repetitivo e chato, os discursos não parecem muito verossímeis/reais ao ponto de convencer alguém.

Ele discursava sempre falando que todos os mutantes são seus filhos e quando o Anjo caí, ele o chama de inútil? Porra, eu sei que é a típica hipocrisia do vilão, mas poderia ter vindo algo tão interessante daí… O Apocalipse olhando com um semblante triste pro corpo do Anjo e murmura ”meu filho…”, ficando puto e indo raivoso pra cima dos X-men. Sei que o filme quer dar aquele contraponto entre o ”pai” que realmente ama seus filhos e o que só diz que ama, porém quantas vezes isso não é feito? Eles poderiam ter colocado que ambos amam seus filhos porém demonstram e querem o bem dos mesmos de formas diferentes.

Eu seria achado tão interessante se o Xavier e o Apocalipse naquela luta mental bem foda, eles discutissem meio o que é ser pai, um líder e porquê eles discordam dos métodos um do outro.

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Bruno Fabian 21 de maio de 2016 - 15:26

Ao meu ver (com spoilers) o filme foi até bom, gostei das interpretações, porém, onde pra um apocalipse só bastaram alguns mutantes adolescentes, sem treinamento adequado, foi subestimar de mais minha inteligência. Fora que, apocalipse sendo um pouco apocalipse quando ressuscitou, destruidor, assassino. Mas quando chega a vez dos x-men, aí a coisa muda, parece que os poderes dele acabaram, enquanto de uns ele arrancava a cabeça, transformava em pó, fazia de argamassa, outros ele prendia somente o pé, dava um de lutador de de kung-fu. Fora que os temíveis quatro cavaleiros, não eram temíveis, o único que fazia alguma coisa de fato era o magneto, mas vendo bem, só limpava as ruas, tirava a poeira, anjo era um pombo correio e tempestade, não era tempestade, pouco fez uso dos poderes e no fim só ficou de choramingo num canto.

Responder
Madex 20 de junho de 2016 - 12:23

kkkkk bem isso

Responder
Madex 20 de junho de 2016 - 12:23

kkkkk bem isso

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Bruno Fabian 21 de maio de 2016 - 15:26

Ao meu ver (com spoilers) o filme foi até bom, gostei das interpretações, porém, onde pra um apocalipse só bastaram alguns mutantes adolescentes, sem treinamento adequado, foi subestimar de mais minha inteligência. Fora que, apocalipse sendo um pouco apocalipse quando ressuscitou, destruidor, assassino. Mas quando chega a vez dos x-men, aí a coisa muda, parece que os poderes dele acabaram, enquanto de uns ele arrancava a cabeça, transformava em pó, fazia de argamassa, outros ele prendia somente o pé, dava um de lutador de de kung-fu. Fora que os temíveis quatro cavaleiros, não eram temíveis, o único que fazia alguma coisa de fato era o magneto, mas vendo bem, só limpava as ruas, tirava a poeira, anjo era um pombo correio e tempestade, não era tempestade, pouco fez uso dos poderes e no fim só ficou de choramingo num canto.

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Rogério Luizari Guedes 21 de maio de 2016 - 10:21

Critica bem escrita, mas como já disse, fica claro que o autor é fã da série, pois a história é fraquíssima e os efeitos especiais muito ruins, eu fiquei agoniado de tantos pulos e voos mal feitos com cordas, fora a tela verde… Podem reclamar de CGI, mas seria muito melhor nesse caso. E onde o CGI apareceu ficou horrível. O apocalipse é um vilão fraco, com motivo fraco, não mete medo nem no Coragem Cão Covarde. Que desperdício da Psylocke, do Arcanjo, a tempestade continuando apagada, o noturno emo (pqp pqp pqp) e o ciclope que continua no escanteio, e se ele ficou no escanteio imagina a jubileu… Todos os personagens foram mal aproveitados (não estou comentando sobre as cenas em si pelos spoilers aos colegas, apesar da crítica ser com), nem o wolverine se salva. a única coisa realmente empolgante nesse filme foi ver o ciclope com seu uniforme, e mesmo assim, foram segundos, o que é ridiculo… Desculpa qqer coisa galera, é só uma opinião! Abraço!

Responder
jcesarfe 22 de maio de 2016 - 15:58

Não creio que os efeitos em takes panorâmicos, sequer passem perto da verdade, mas há quem critique o estilo de filmagem para os closes (provavelmente não vai gostar de nada ligado a super heróis pouco realistas). Quanto ao filme, ele é de fato para quem goste das HQs, ou que eventualmente iriam gostar se dessem chance ao estilo literário, mas se não gostou do 2º filme da nova trilogia, vai odiar este que mergulha mais na história. Agora fraco é um exagero de imposição de gosto. Os personagens que citou como mal aproveitados são coadjuvantes, o Noturno emo é um jeito de situa-lo no ano (ele claramente vai mudar de estilo com o tempo), mas o vilão é de fato meia boca, mas não é para teme-lo é para idolatra-lo, porém concordo que ele não demonstra o real perigo que representa e sua derrota não parece ser tão incrível quanto é de verdade.

Responder
jcesarfe 22 de maio de 2016 - 15:58

Não creio que os efeitos em takes panorâmicos, sequer passem perto da verdade, mas há quem critique o estilo de filmagem para os closes (provavelmente não vai gostar de nada ligado a super heróis pouco realistas). Quanto ao filme, ele é de fato para quem goste das HQs, ou que eventualmente iriam gostar se dessem chance ao estilo literário, mas se não gostou do 2º filme da nova trilogia, vai odiar este que mergulha mais na história. Agora fraco é um exagero de imposição de gosto. Os personagens que citou como mal aproveitados são coadjuvantes, o Noturno emo é um jeito de situa-lo no ano (ele claramente vai mudar de estilo com o tempo), mas o vilão é de fato meia boca, mas não é para teme-lo é para idolatra-lo, porém concordo que ele não demonstra o real perigo que representa e sua derrota não parece ser tão incrível quanto é de verdade.

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Rogério Luizari Guedes 21 de maio de 2016 - 10:21

Critica bem escrita, mas como já disse, fica claro que o autor é fã da série, pois a história é fraquíssima e os efeitos especiais muito ruins, eu fiquei agoniado de tantos pulos e voos mal feitos com cordas, fora a tela verde… Podem reclamar de CGI, mas seria muito melhor nesse caso. E onde o CGI apareceu ficou horrível. O apocalipse é um vilão fraco, com motivo fraco, não mete medo nem no Coragem Cão Covarde. Que desperdício da Psylocke, do Arcanjo, a tempestade continuando apagada, o noturno emo (pqp pqp pqp) e o ciclope que continua no escanteio, e se ele ficou no escanteio imagina a jubileu… Todos os personagens foram mal aproveitados (não estou comentando sobre as cenas em si pelos spoilers aos colegas, apesar da crítica ser com), nem o wolverine se salva. a única coisa realmente empolgante nesse filme foi ver o ciclope com seu uniforme, e mesmo assim, foram segundos, o que é ridiculo… Desculpa qqer coisa galera, é só uma opinião! Abraço!

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AzBats 20 de maio de 2016 - 21:11

O que posso dizer do seu texto que com certeza vai enriquecer a experiência de assistir o filme? Obrigado pelo excelente texto, tão bem escrito, quanto rico de conteúdo. Novamente, obrigado.

Responder
Matheus Fragata 21 de maio de 2016 - 00:49

Bats, eu que agradeço pelo comentário!

Responder
Matheus Fragata 21 de maio de 2016 - 00:49

Bats, eu que agradeço pelo comentário!

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AzBats 20 de maio de 2016 - 21:11

O que posso dizer do seu texto que com certeza vai enriquecer a experiência de assistir o filme? Obrigado pelo excelente texto, tão bem escrito, quanto rico de conteúdo. Novamente, obrigado.

Responder
Capitão Frio 20 de maio de 2016 - 19:22

Concordo com tudo. Realmente merece 3.5 mas é aquilo: profissionalismo à frente de gosto e adoração. E o Ritter, o que achou de Apocalipse?

Certamente bem melhor que CW hehe…

Responder
Capitão Frio 20 de maio de 2016 - 19:22

Concordo com tudo. Realmente merece 3.5 mas é aquilo: profissionalismo à frente de gosto e adoração. E o Ritter, o que achou de Apocalipse?

Certamente bem melhor que CW hehe…

Responder
Éder 20 de maio de 2016 - 16:48

Muito boas suas críticas!

Responder
Matheus Fragata 20 de maio de 2016 - 19:00

Muito obrigado, Éder!

Responder
Matheus Fragata 20 de maio de 2016 - 19:00

Muito obrigado, Éder!

Responder
Éder 20 de maio de 2016 - 16:48

Muito boas suas críticas!

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Gustavo Caldas 20 de maio de 2016 - 14:30

EXCELENTE critica, tá de parabens!

Responder
Gustavo Caldas 20 de maio de 2016 - 14:30

EXCELENTE critica, tá de parabens!

Responder
Matheus Fragata 20 de maio de 2016 - 19:16

Muito obrigado, Gustavo! Nos acompanhe sempre!

Responder
Matheus Fragata 20 de maio de 2016 - 19:16

Muito obrigado, Gustavo! Nos acompanhe sempre!

Responder
Michel Martins Dos Santos 20 de maio de 2016 - 13:45

É uma maravilhosa resenha, Matheus, adorei essa ideia das versões com e sem spoillers, prezo muito a divisória de temas que você cria para esmiuçar o filme, e houve um louvável equilíbrio e honestidade sobre os fatores diversos do filme, para além de denominações como “É ótimo”, ou “é uma bosta!” que simplificam demais uma obra. Por tudo que ando lendo e ouvindo, é um desapontamento saber que 3 dos 4 cavaleiros sejam pouco explorados, principalmente pela Storm e a Psylocke ( Pelos twetts constantes da atriz, seu empenho e entusiasmo e a fidelidade do uniforme), assim como o Arcanjo. Mas diga-me, se o Arcanjo morre, qual o destino da Ninja telepática?
P.S. Adorei que remeteu ao uso da fotografia como fez com a análise do trailer, acho que consegui identificar uma “contraluz divina” na sequência em que Apocalypse segura o rosto da Ororo, e entra uma luminosidade no quarto pela janela. Seria esse um exemplo?

Responder
Matheus Fragata 20 de maio de 2016 - 16:02

Michel, te agradeço muito. É sempre um trabalho complicado escrever esses textos e me dá muita felicidade quando alguém as lê inteiramente. Acredito que com Psylocke houve mais um jogo para poupar a mutante como vilã para um filme futuro.
P.S.: sim, é exatamente um dos muitos usos inspirados da contraluz demarcada. Muito boa a percepção, parabéns.

Responder
Matheus Fragata 20 de maio de 2016 - 16:02

Michel, te agradeço muito. É sempre um trabalho complicado escrever esses textos e me dá muita felicidade quando alguém as lê inteiramente. Acredito que com Psylocke houve mais um jogo para poupar a mutante como vilã para um filme futuro.
P.S.: sim, é exatamente um dos muitos usos inspirados da contraluz demarcada. Muito boa a percepção, parabéns.

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Michel Martins Dos Santos 20 de maio de 2016 - 13:45

É uma maravilhosa resenha, Matheus, adorei essa ideia das versões com e sem spoillers, prezo muito a divisória de temas que você cria para esmiuçar o filme, e houve um louvável equilíbrio e honestidade sobre os fatores diversos do filme, para além de denominações como “É ótimo”, ou “é uma bosta!” que simplificam demais uma obra. Por tudo que ando lendo e ouvindo, é um desapontamento saber que 3 dos 4 cavaleiros sejam pouco explorados, principalmente pela Storm e a Psylocke ( Pelos twetts constantes da atriz, seu empenho e entusiasmo e a fidelidade do uniforme), assim como o Arcanjo. Mas diga-me, se o Arcanjo morre, qual o destino da Ninja telepática?
P.S. Adorei que remeteu ao uso da fotografia como fez com a análise do trailer, acho que consegui identificar uma “contraluz divina” na sequência em que Apocalypse segura o rosto da Ororo, e entra uma luminosidade no quarto pela janela. Seria esse um exemplo?

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jcesarfe 20 de maio de 2016 - 12:50

A crítica é muito bem feita e neutra, mas discordo dessa obsessão por razões para alguém fazer algo (fizeram o mesmo no Guerra Civil). Afinal Tempestade se junta ao Apocalipse para fugir da dura realidade da miséria na África, perseguida por ser diferente, o mesmo motivo que transformou Wolverine e Magneto no que eles são. No final ela não virou uma santa só achou um lugar no mundo.
Quanto ao filme, achei sensacional. Talvez a única falha seja do vilão, não que ele seja ruim ou mal interpretado, mas ele é apenas um Tirano doido, nada muito grandioso, apenas poderoso.
Outra coisa que não entendi foi a mudança no nome da filha do Magneto, qual q razão de não chama-la de Anya (o nome da mesma nas HQs)?
Agora, (como aqui existe spoiler), aquela cena do Wolverine (direto das páginas da Arma X), a corrida do Mercúrio e a aparição da sombra da Fênix são sensacionais. O engraçado é que apesar de toda aquela confusão de voltar no tempo para reescrever o futuro e tudo continua quase igual ao que foi, talvez a maior mudança se dá nos segundos finais que os X-Men resolvem se preparar para derrotar os Sentinelas.
Uma coisa chama a atenção, finalmente fez sentido o filme ser 3D, melhora um bocado a imersão no filme, especialmente no início e na cena do Mercúrio.

Sinceramente aquela cena de pós-crédito foi muito legal, mas levei meia hora para lembrar que estavam falando do Sr. Sinistro com aquela maleta dele (Essex), acho que foi a cena de pós-créditos mais difícil de entender, mas já da para sabermos um vilão do Wolverine, pode render uma boa história.

Responder
Matheus Fragata 20 de maio de 2016 - 19:19

Jce, não se trata de obsessão. É uma avaliação que existe no mundo desde que as obras culturais narrativas surgiram. Nós avaliamos sempre a motivação de um personagem. Todo crítico que tenha algum critério analisa isso e muito mais. Você faz coisas simplesmente sem a menor razão? Acho difícil. Sempre agimos por um objetivo ou por alguma causa visando algo. Isso se chama motivação. A de Tempestade é nula, não está no filme, e piro ainda, é contraditória por completo. Uma menina com sonhos de heroísmo e justiça para apoiar um genocida… Nem é preciso falar mais, né?
De resto, estamos de acordo.

Responder
Matheus Fragata 20 de maio de 2016 - 19:19

Jce, não se trata de obsessão. É uma avaliação que existe no mundo desde que as obras culturais narrativas surgiram. Nós avaliamos sempre a motivação de um personagem. Todo crítico que tenha algum critério analisa isso e muito mais. Você faz coisas simplesmente sem a menor razão? Acho difícil. Sempre agimos por um objetivo ou por alguma causa visando algo. Isso se chama motivação. A de Tempestade é nula, não está no filme, e piro ainda, é contraditória por completo. Uma menina com sonhos de heroísmo e justiça para apoiar um genocida… Nem é preciso falar mais, né?
De resto, estamos de acordo.

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jcesarfe 22 de maio de 2016 - 15:51

Razão para fazer algo, acho que não significa que ela seja lógica ou mesmo racional. Mas, retornando ao filme, acho que a questão da Tempestade é bem básica, ela não é uma santa, não possuí sonhos de heroísmo e sim de igualdade e reconhecimento (algo que o Azulão deu para ela ao dizer que ela era especial e que ele ia trazer igualdade ao mundo). Note que ele não fez nenhum grande ato de maldade até decidir sepultar parte do planeta com a força do Magneto, (basta recapitular que ele desarmou os mísseis nucleares, para acabar com as Guerras, até salvou ela dos caras maus). Ela não possuí sonhos de heroísmo como alguns acreditam ela só se inspira na força de vontade e heroísmo da Mística (coisa totalmente diferente).
Quem eu não vejo razão para se unir a luta é a Psylocke (a não ser que considere motivação ela ser má). Mas reclamar disto é exagero.
Vale notar que o Azulão distorcia as próprias palavras e usava de silogismos e falácias para justificar seus atos, bem como um ditador tirânico que diz que para salvar os empregos de seus compatriotas ele resolve matar os estrangeiros. Isso já enganou muita gente inteligente criada na alta sociedade (vide o Nazismo) o que dirá uma pessoa perseguida nas favelas africanas.
Quanto a obsessão de justificar as motivações, estou criticando o excesso de importância que ultimamente estão dando, a ponto de discriminam várias produções apenas por isso (nesta crítica isso não aconteceu). Veja bem, a falta de motivação de algo não significa falta de lógica ou consistência na história, apenas se pulou as explicações metódicas e tolas, que gastariam vários minutos, apenas para concluir algo que qualquer um poderia deduzir se fizesse um pequeno esforço. Por exemplo o Batman ataca o Superman: A razão é que o Superman é um Alien superpoderosos que não obedece ninguém, precisa de motivo maior? (Independence Day justificou o motivo dos aliens atacarem a Terra e esse foi o ponto mais criticado do filme na época, levou 10 minutos explicando).
Desculpe pelo discurso longo, mas acho que isso é mais um desabafo quanto ao tema que acho bem injusto e desnecessário para um qualquer filme que não seja suspense.

Responder
jcesarfe 22 de maio de 2016 - 15:51

Razão para fazer algo, acho que não significa que ela seja lógica ou mesmo racional. Mas, retornando ao filme, acho que a questão da Tempestade é bem básica, ela não é uma santa, não possuí sonhos de heroísmo e sim de igualdade e reconhecimento (algo que o Azulão deu para ela ao dizer que ela era especial e que ele ia trazer igualdade ao mundo). Note que ele não fez nenhum grande ato de maldade até decidir sepultar parte do planeta com a força do Magneto, (basta recapitular que ele desarmou os mísseis nucleares, para acabar com as Guerras, até salvou ela dos caras maus). Ela não possuí sonhos de heroísmo como alguns acreditam ela só se inspira na força de vontade e heroísmo da Mística (coisa totalmente diferente).
Quem eu não vejo razão para se unir a luta é a Psylocke (a não ser que considere motivação ela ser má). Mas reclamar disto é exagero.
Vale notar que o Azulão distorcia as próprias palavras e usava de silogismos e falácias para justificar seus atos, bem como um ditador tirânico que diz que para salvar os empregos de seus compatriotas ele resolve matar os estrangeiros. Isso já enganou muita gente inteligente criada na alta sociedade (vide o Nazismo) o que dirá uma pessoa perseguida nas favelas africanas.
Quanto a obsessão de justificar as motivações, estou criticando o excesso de importância que ultimamente estão dando, a ponto de discriminam várias produções apenas por isso (nesta crítica isso não aconteceu). Veja bem, a falta de motivação de algo não significa falta de lógica ou consistência na história, apenas se pulou as explicações metódicas e tolas, que gastariam vários minutos, apenas para concluir algo que qualquer um poderia deduzir se fizesse um pequeno esforço. Por exemplo o Batman ataca o Superman: A razão é que o Superman é um Alien superpoderosos que não obedece ninguém, precisa de motivo maior? (Independence Day justificou o motivo dos aliens atacarem a Terra e esse foi o ponto mais criticado do filme na época, levou 10 minutos explicando).
Desculpe pelo discurso longo, mas acho que isso é mais um desabafo quanto ao tema que acho bem injusto e desnecessário para um qualquer filme que não seja suspense.

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jcesarfe 20 de maio de 2016 - 12:50

A crítica é muito bem feita e neutra, mas discordo dessa obsessão por razões para alguém fazer algo (fizeram o mesmo no Guerra Civil). Afinal Tempestade se junta ao Apocalipse para fugir da dura realidade da miséria na África, perseguida por ser diferente, o mesmo motivo que transformou Wolverine e Magneto no que eles são. No final ela não virou uma santa só achou um lugar no mundo.
Quanto ao filme, achei sensacional. Talvez a única falha seja do vilão, não que ele seja ruim ou mal interpretado, mas ele é apenas um Tirano doido, nada muito grandioso, apenas poderoso.
Outra coisa que não entendi foi a mudança no nome da filha do Magneto, qual q razão de não chama-la de Anya (o nome da mesma nas HQs)?
Agora, (como aqui existe spoiler), aquela cena do Wolverine (direto das páginas da Arma X), a corrida do Mercúrio e a aparição da sombra da Fênix são sensacionais. O engraçado é que apesar de toda aquela confusão de voltar no tempo para reescrever o futuro e tudo continua quase igual ao que foi, talvez a maior mudança se dá nos segundos finais que os X-Men resolvem se preparar para derrotar os Sentinelas.
Uma coisa chama a atenção, finalmente fez sentido o filme ser 3D, melhora um bocado a imersão no filme, especialmente no início e na cena do Mercúrio.

Sinceramente aquela cena de pós-crédito foi muito legal, mas levei meia hora para lembrar que estavam falando do Sr. Sinistro com aquela maleta dele (Essex), acho que foi a cena de pós-créditos mais difícil de entender, mas já da para sabermos um vilão do Wolverine, pode render uma boa história.

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