As marcas da Revolução Cubana na infância.
Críticas
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Mais ação, mas não menos terror.
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Cinema Indígena que vibra seus próprios rituais.
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Observar o observador.
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O Cinema e a capacidade de representar memórias.
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O Capitalismo deve continuar, mesmo que diante do luto.
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Eastwood, as instituições americanas e a busca pela Verdade.
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Os vampiros retornam nesta continuação inexpressiva e desnecessária.
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Crítica | O Tango do Viúvo e Seu Espelho Deformador
por Michel Gutwilenpor Michel Gutwilen 621 viewsA ponte entre presente e passado; mundo dos vivos e dos mortos.
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A câmera que percorre o corpo masculino.
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O luto como experiência coletiva e a pessoa construída através do relato.
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A segunda adaptação da séries de livros de terror.
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A vida de um imigrante nos EUA sob um olhar infantil.
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Adaptado do famoso universo das HQS, versão cinematográfica capricha nos efeitos e na tensão!
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Uma celebração que não perde a visão crítica.
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Movimento estudantil, Panteras Negras e a tomada de consciência.
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A equivocada, mas deliciosamente razoável sequência de Entrevista Com o Vampiro.
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Vampiros vão a Búzios.
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A fome e o sacrifício como espetáculo.
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A rotina de um comerciante indiano vista intimamente.
