Ótima execução para uma premissa batida.
Críticas
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Americanização decente do fenômeno francês.
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Um dramaturgo pressionado pela família, pela escrita e pela crítica ao seu trabalho.
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Um grito pode salvar a sua vida.
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Um pequeno grande filme de guerra.
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Buñuel volta ao aberto engajamento político no cinema.
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A vontade de potência de Antoine Doinel.
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Metódico e humanista.
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Delírios de escrita de um roteirista em crise.
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Novo homem, novas regras, nova história.
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O último “grande filme” de Alfred Hitchcock.
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Comédia medieval antes de Monty Python.
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Uma divertida (não declarada) releitura de Quando Paris Alucina.
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A hipocrisia como perpetuadora do sofrimento.
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Que legado você vai deixar? Quem vai contar a sua história?
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Um suspense sociopolítico de primeira linha.
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Uma trajetória pelo fotojornalismo feminino baiano.
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Pense em russo!
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Buñuel visita a alma da igreja.
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Tempo de mudanças.
