Como diria Seu Madruga, “a vingança nunca é plena…”
Iann Jeliel
Iann Jeliel
Escolhi a pílula vermelha para sair da rotina programada e embarquei numa jornada para fora do Condado rumo a uma galáxia muito, muito distante. Passei a escrever minha própria história, guiado pela responsabilidade de quem encara os fatos mesmo quando eles mudam constantemente de forma diante dos meus olhos como assombrações que se alimentam do medo e da distração, sabendo que também carrego o poder de fazê-las desaparecer, porque algumas coisas só existem enquanto alguém insiste em acreditar nelas. Se não fossem as crianças enxeridas, teria encontrado Zihuatanejo; em vez disso, sigo preso numa ilha misteriosa, desviando de armadilhas antigas e fugindo de criaturas que talvez nunca tenham deixado de caminhar por aqui. Quando os ventos da mudança chegaram, fui picado por um escorpião e, por um instante, enxerguei a escadaria do céu; mas antes que eu alcançasse qualquer resposta, o livro dos mortos me puxou de volta à vida para terminar uma missão que insisto em cumprir, mesmo que, no fim, isso realmente não importe.
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Muita atmosfera, pouca entrega.
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Americanização decente do fenômeno francês.
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Metódico e humanista.
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Novo homem, novas regras, nova história.
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Comédia medieval antes de Monty Python.
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A comédia para propor uma emoção genuína.
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O talento aprisionado pela aparência.
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Uma intensa transformação de linguagem.
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Crítica | Os Novos Filmes de Scooby-Doo – A Série Completa
por Iann Jelielpor Iann Jeliel 2,1K viewsQuando o crossover amolece a fórmula.
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DLC do anterior.
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Faltou a mão feminina.
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O primeiro erro da A24 no terror.
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Aprendendo a respeitar o gosto do outro.
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Um genérico exercício de terror social.
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Um suspense honesto.
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É o velho discurso de aceitar o diferente, só que no ambiente contemporâneo.
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Um desenho atemporal.
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“Todo mundo merece um novo começo.” – inclusive Lost!
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A lavagem cerebral do ponto de vista feminino.
