Inocência corrompida.
Críticas
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Interessantes alegorias sobre estes relacionamentos tempestuosos.
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A delicada fronteira entre autobiografia e narcisismo.
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A história romântica do vibrador com debate feminista e nuances de metodologia da pesquisa científica.
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O carisma de Will Smith como um caddie místico.
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A esperança natalina como meio para uma sociedade melhor.
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A família tradicional não é perfeita e “tá tudo bem”.
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Problemas críticos em relação à estreia de Halle Berry como diretora.
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A melancolia da vida.
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Por uma montagem proibida.
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Problemas críticos em relação ao filme de Tony Scott.
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Uma aventura natalina previsível e sem identidade.
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Um filme que deveria ter sido da Lady Gaga.
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Uma versão do mito pelas lentes do cinema mágico de Mélies.
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Uma vingança que ceifará muitas vidas.
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Kitano em Hollywood.
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Uma perseguição psicodélica.
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Ahh, o Buena Vista…
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O roteiro ambicioso de Xavier Dolan.
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Um jovem clássico mexicano.
